Oxente Menina

Fontes legais para usar no blog

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“O cliente simplesmente amou sua montagem!” Foi esse o feedback que recebi da agência a respeito de um publieditorial que eu fiz um tempo atrás e que me fez dar pulinhos de alegria. No blog, tão legal quanto escrever os posts, é fazer fotos bacanas para ilustrar o texto. As fotos nem sempre são de minha autoria {essa da capa, por exemplo, é da Shutterstock}, mas eu tento utilizar fontes interessantes para deixar o post visualmente mais estimulante.

A escolha das fontes é fundamental, na minha opinião, na hora de fazer uma montagem, seja para um post de blog ou para usar nas redes sociais. Talvez seja pura implicância minha, mas fico meio aflita quando vejo aquelas imagens compartilhadas em redes sociais escritas em Comic Sans ou em alguma fonte rebuscada que não tem acentuação, e aí no meio do texto aparece um “Ç” ou um “Ô em Arial. O exemplo da fonte Comic Sans é porque eu acho que empobrece a imagem, o segundo caso é pura falta de atenção do designer mesmo.

Selecionei algumas fontes que uso bastante no blog, em cards para redes sociais que crio para alguns clientes ou para as redes sociais do Oxente Menina. Todas as fontes informadas neste post são gratuitas.

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Batom Roxoli Quem disse, Berenice?

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Coisa difícil nessa vida é fotografar um batom roxo e fazer com que a cor saia na foto como ele é de verdade. Com o Roxoli passei por esse perrengue, e ainda assim não consegui pegar a cor exatamente igual. Não importa, ele é tão lindo, mas tão lindo, que mesmo sem sair idêntico, faz a gente morrer de amores por ele. 

Na embalagem o Roxoli me lembrou muito o meu queridinho da vida Uvali, mas o Roxoli é mais vibrante e com um fundo mais roxo, enquanto o Uvali tem um fundo mais fúcsia com um pé no vinho. Resumindo, os dois na embalagem podem até ser parecidos, mas na real são bem diferentes, porém igualmente lindos. É, o Roxoli não desbancou o Uvali no meu coração, mas entrou no meu top 5 de batons líquido matte da QDB.

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Duas camadas são suficientes para uma cobertura uniforme, mas para fotografar precisei passar mais na tentativa de pegar a cor. O tom dele me lembrou um pouco o Recollection, da MAC, sendo o Recollection um pouquinho mais escuro. 

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O Roxoli custa R$ 35,90 nas lojas e no site da QDB.

 

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Fim das férias. Oremos!

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Férias, aquele período tão aguardado depois de meses de trabalho, de estudo – às vezes dos dois. Aquele espaço de tempo em que você finalmente pode colocar a leitura em dia, pode ver as séries que não conseguiu acompanhar porque o horário louco de trabalho não permitia, ou pode fazer aquela viagem tão sonhada planejada em meio à correria do dia a dia. Outra realidade: fim de férias. Aquele ponto final tão aguardado pelas mães que ralaram durante o ano inteiro e ainda trabalharam em dobro durante o recesso das crianças. Sim, eu estou aliviada que as férias acabaram!

Pela primeira vez caí na real de que não são só as outras mães que são super-heroínas. Eu também sou. A verdade é que eu, inconscientemente, me sabotava querendo achar que minha vida era muito fácil por poder trabalhar de casa. Ter a flexibilidade de horários me fazia conseguir dar conta da casa e brincar com meu filho de manhã, produzir à tarde, e à noite conseguir aquele jogo de cintura de casa e filho, e enfim poder voltar a trabalhar quando ele dormia {é, o terceiro turno sempre foi uma realidade aqui}. Não era tão fácil quanto escrever a situação em duas ou três linhas, mas como eu conseguia dar conta {na maioria das vezes, pelo menos}, eu achava que o que eu fazia era pouco, e aceitava as comparações e o julgamento das pessoas que trabalham fora e se acham melhores do que a mãe que fica em casa (“Que sortuda você! Queria ter uma vida fácil assim também”). Aceitava o julgamento até daquelas pessoas cujo único trabalho é dar conta da vida alheia, porque no fim das contas era eu mesma que me depreciava achando que o que eu fazia era pouco.

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Nas férias de Luca precisei fazer tudo o que eu fazia antes, dessa vez sem aquelas horinhas livres da tarde que eu aproveitava para fazer meu trabalho {inclusive o blog, que acabou sendo negligenciado por algumas semanas}. Eu simplesmente não consegui dar conta. Eu cheguei a pensar que admitir isso seria uma fraqueza, que me deixaria para baixo, que, de alguma forma, a ideia dos julgamentos fizesse eu me sentir… sei lá, inferior. Não me senti. Na verdade escrever que não consigo dar conta de tudo é libertador!

É libertador poder dizer para outras mães super-heroínas que tudo bem se a gente não fizer tudo. Que tudo bem se a gente não conseguir fazer nosso filho entrar no banheiro pra tomar banho antes das 10:00, tudo bem se não conseguir varrer a casa porque precisou fazer um trabalho que apareceu, tudo bem sair com seu filho para brincar enquanto a casa está de cabeça para baixo. Porque, afinal de contas, antes da gente se preocupar com o que os outros vão pensar, a gente precisa parar de se pressionar tanto, parar de achar que essas falhas nos diminuem como mãe, como profissional, como ser-humano, e não deixar de se divertir porque os outros podem achar que a nossa vida é fácil demais. Meu filho estava de férias e nós fizemos um montão de coisas juntos – e eu não me sinto nem um pouco culpada por isso.

Tão libertador quanto esse sentimento de admitir não conseguir conta de tudo, é saber que as férias enfim acabaram. Agora posso retomar o meu ritmo de trabalho, posso continuar sendo mãe em tempo quase integral, posso tomar um banho e lavar o cabelo com calma, posso até me deitar no meio da tarde para esticar a coluna {Deus, como preciso!}. Agora vou colocar a roupa da Mulher-Maravilha para lavar e daqui a pouco vesti-la novamente. Porque a vida continua, com seus perrengues e prazeres de sempre. Mas – gratidão, universo! – é o fim das férias. Oremos.

P.S. As fotos desse post foram feitas no Espaço Ciência, em Olinda. O local tem entrada gratuita e está aberto diariamente das 08:00 às 17:00, com intervalo no almoço. Pensei em fazer um post sobre o espaço, mas durante a nossa visita não consegui fotografar e correr atrás de uma criança de dois anos…

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