Oxente Menina

8 coisas que você nunca deve dizer a um blogueiro

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Em 5 anos de blog já li muitas pérolas em mensagens que chegam na minha caixa de e-mail, algumas com umas perguntas que são até meio bobinhas, mas é nítido que é por pura ingenuidade da pessoa ou falta de conhecimento do meio. Na medida do possível, tento ajudar com dicas sobre a nossa querida e amada blogosfera ou com algum exemplo de algo que faço e dá certo. Outras mensagens batem na caixa e meu sexto sentido apita. Sai de perto! Sinto logo quando tem gente querendo tirar alguma vantagem. Para essas mensagens sigo um desses três caminhos: 1) ignoro o e-mail; 2) respondo dando um fora; 3) respondo tentando educar.

Agora que você já sabe que eu não sou a Madre Tereza da Blogosfera e como não posso educar o mundo, compilei aqui alguns comentários que nunca devem ser ditos para um blogueiro. E antes que você pense que é frescura minha porque eu estou na TPM ou porque Zeca não chamou pra sair, aviso logo que não é uma opinião apenas minha. Se duvida, basta conversar com outros blogueiros. Ou melhor, fale alguma dessas frases e observe a reação.

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Você pode remover a sinalização de publicidade do post? Existe uma coisa chamada ética. Alguns tem e outros não. A regra geral é simples: se o post é pago, tem que ser sinalizado através de tag, de menção no texto ou de imagem. As empresas sabem disso, mas algumas insistem em dar uma de doida e pedir para o blogueiro tirar a sinalização. Para quem pensa só na grana, tudo certo; para quem tem consciência, ética e transparência com o leitor, essa é uma das situações mais chatas que podem acontecer no meio. Recentemente, Nayara Leandro, blogueira do Chat Feminino, passou por um cenário semelhante com um cliente pedindo para excluir a sinalização de publicidade de um post. Nary bateu o pé e não removeu. Acabou fechando a porta para uma negociação futura com o cliente. “O chato é que tem muita gente que não sinaliza e está aí ganhando dinheiro. É difícil ser ético!”, desabafa.

Me passa seu mailing para eu pedir press kit para as empresas. 2015 e ainda tem gente que cria blog para ganhar brinde. E pior: tem empresa que cai no conto do vigário e se contenta em ter um post mal feito em um blog qualquer do que investir em ações de marketing eficazes com veículos cujos conteúdos se encaixam no perfil da companhia. Voltando para o tópico, os novos blogueiros estão cada vez mais preguiçosos, e ao invés de empregar algum tempo no relacionamento com as empresas e assessorias, procuram o caminho mais fácil e saem atirando para todos os lados {já falei sobre o assunto em 2012 no post Keep calm and crie um blog}. “Fico extremamente incomodada quando pessoas que não conheço me pedem o contato de assessorias. A impressão que dá é que tenho a obrigação de facilitar o trabalho dessas pessoas, quando eu sempre corri atrás para construir uma rede de relacionamento com as empresas”,  desabafa Daniela Oliva, autora do Beleza F5.  É admissível pedir um contato quando se está escrevendo um post e você precisa de uma informação que só o próprio personagem – através de sua assessoria ou RP – pode responder, mas pedir lista de empresas para que você entre em contato pedindo brindes, jamais!

TALK-TO-THE-HAND

Criamos conteúdo para você, não é um post comercial, apenas pedimos que coloque nosso link. Fale aqui com a minha mão. Não sou expert em SEO nem em linkbuilding, mas sei quando querem me fazer de trouxa e me mandam publicidade velada disfarçada de oferta ajuda. Existe uma coisa chamada sugestão de pauta, um material informativo enviado pelas assessorias de imprensa sobre determinado cliente/produto/serviço/ação, e cabe ao blogueiro postar ou não em seu blog. Também fica ao critério do escritor alterar o texto e reescrevê-lo em suas próprias palavras, usar ou não fotos enviadas para divulgação, incluir ou não o link fornecido. Esse é um procedimento comum e as assessorias estão aí para divulgar esse material. Mas  empresa que enviam texto pronto pedindo para postar e inserir link, definitivamente não. Diante do pedido de inserção de link, envie seu mídia kit contendo o valor do seu publieditorial.

Aquele outro blog postou sobre isso. Não é só comparação de filhos que é chato, comparação de blogs também. Cada pessoa tem uma abordagem diferente, ainda que os blogs sejam do mesmo segmento, e cada um tem total liberdade para falar o que quer e da maneira que bem aprouver. Ao chegar num salão de beleza você diz ao seu cabeleireiro que um profissional de outro salão faz diferente? Cada um tem sua técnica, não é mesmo? Em blogs é igual. Apenas parem com essas comparações na tentativa de diminuir o blogueiro, se não houver nada construtivo para acrescentar, deixe seus comentários para quando houver algo de bom.

Para ser blogueiro nem precisa estudar. Uma das coisas que a inclusão digital acarretou foi a possibilidade de qualquer pessoa ter a liberdade de criar seu próprio veículo. Nessa onda de novos blogs criados, grande parte pegou aquele gancho de ter um blog para ganhar brinde, e dentro desse grupo encontramos várias características que nos fazem sofrer ao ver um blog mal feito: fotos mal produzidas, erros grotescos de português e falta de eloquência nas informações compartilhadas, apenas para citar algumas. Quem está vendo de fora e desconhece o meio acaba nivelando todos os blogs por esse tipo e solta a pérola de que para ser blogueiro nem precisa estudar. Helena Gomes de Sá, do Garotas Rosa Choque, conta que já ouviu essa crítica de uma pessoa próxima, e confessa que o comentário antes a incomodava, mas não mais. Helena – que é maquiadora formada pelo SENAC, fez Design de Moda no SENAI, é graduada em Turismo e mestre em Direito, área em que atua além do blog – conta que agora leva na esportiva. “Dou risada com esses comentários”, diverte-se.

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O primeiro post você faz de graça, se tivermos retorno, no próximo pagamos. Situação: você chega num restaurante, após escolher o prato você se vira para o garçom e avisa que não irá pagar. Se gostar do que comer, da próxima vez que vier paga. Se identificou? Claro que não. O estabelecimento está aberto, tem a despesa dos funcionários, tem as horas de trabalho, ninguém vai trabalhar para você consumir de graça. Só porque o seu blog não é um estabelecimento comercial, não significa que você não tenha suas despesas, e, o mais importante fator: tempo dedicado ao trabalho. Se uma empresa sugerir que você faça algo de graça para depois pagar, desconfie. Valores podem ser negociados, mas trabalhar de graça e nessas condições oferecidas, nem pensar. A probabilidade de fazer uma negociação futura com essa empresa é quase nula. Poupe seu tempo e sua dignidade.

Eu ouvi dizer que blogueiro ganha $$$$$ por mês. Talvez o comentário que mais gera tristeza no meio dos blogs. Ganhar muito dinheiro na blogosfera é para poucos, e, não se engane, admitir que mesmo com todo o trabalho e esforço que dedica ao blog, você não está nesse seleto grupo é, no mínimo, frustrante. Pior ainda é saber que seus rendimentos não estão nem perto dessas cifras, e ter o olho inquisidor da sociedade {leia-se família e pessoas próximas} lhe julgando por 1) nunca ter dinheiro, 2) lhe cobrando para arranjar um emprego “de verdade”, 3) achando que você está escondendo o ouro, não ajuda em nada.

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Você trabalha com blog? Mas isso não é trabalho de verdade.  Acordar cedo, sentar na frente do computador, pesquisar, escrever, pesquisar mais, produzir fotos, pesquisar mais um pouco. Trabalhar sábados, domingos, feriados e dias santos. Se blogueiro fosse remunerado de forma justa pela carga horária e produtividade, blogger seria uma das profissões mais almejadas do mundo, mas infelizmente não é assim, e muitos blogueiros ainda são vistos como “desocupados” por passarem o dia na frente do computador. Pegando o gancho do tópico anterior, a cultura do mundo digital não é clara para todos, principalmente para quem só faz uso das ferramentas para entrar no Facebook e compartilhar correntes. Essas pessoas – e isso pode incluir nossos familiares – não veem futuro na profissão e ainda nos puxam para baixo. A fisioterapeuta Manu Alves, autora do blog Desejos de Beleza, enfrenta olhares céticos quando o assunto é trabalho, e acaba ouvindo comentários do tipo: “Você está só com o blog agora? Mas isso não é trabalho, se você não se sustenta só com ele, não dá para considerar”. Seu trabalho como fisioterapeuta toma um expediente, o outro é dedicado ao blog, uma carga horária de trabalho “de verdade”. Tanta desvalorização desanima:  “Assessorias que não reconhecem nosso trabalho, blogueiras com menos engajamento fechando grandes ações ou publieditoriais sem se encaixar no perfil da empresa, tudo isso é desanimador. Nesse momento estou com uma grande interrogação no âmbito profissional”, desabafa.

Milão em 3 dias

Itália, Itália! Um dos destinos dos meus sonhos. Enquanto a minha hora de visitar o país de Dante não chega, vou curtindo os relatos e as fotos de quem já foi e fico aqui no meu canto só babando.  Como babei no relato de Virgínia Silveira, uma jornalista cearense arretada, que passou brevemente por Milão e voltou apaixonada pela capital do design e da moda.

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Eu nunca tinha ido à Itália e foi uma experiência inesquecível. Tenho uma amiga que mora em Milão e pela primeira vez aceitei seu convite para conhecer a capital da moda.

Em uma sexta-feira de novembro saí da cidade do Porto – Portugal em um voo low cost da Ryanair. Esses voos costumam aterrissar em aeroportos distantes da cidade, por esse motivo custam mais barato. Paguei 78 Euros por ida e volta, com direito a uma mala de 10 kg. Vale ressaltar que uma mala outono/inverno não cabe nada em míseros 10 kg, mas dá pra se virar com um casaco preto e alguns looks versáteis.

Desci em Bergamo e peguei um ônibus pra Milão que custa 5 euros só ida ou 9 ida e volta. A viagem é de cerca de 1 hora. Os italianos são simpáticos e de fácil comunicação, ainda mais quando você solicita um serviço. E, mesmo sem falar italiano, é só imitar o que o pessoal fala nas novelas. Brincadeira!

Desci na estação central de Milão e minha amiga estava à minha espera. Nada melhor que conhecer a cidade com uma brasileira que mora lá! Encontrei uma cidade moderna e movimentada, a capital da moda é também um dos grandes ícones da economia europeia. Logo que cheguei passeamos pela Duomo, que é encantadora [foto de capa]. A catedral possui um estilo gótico e começou a ser construída em 1387 e foi finalizada no início de 1800 quando Napoleão, prestes a ser coroado o Rei da Itália, ordenou que fosse terminada a fachada.

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No mesmo dia fomos até Galleria Vittorio Emanuele II, construída na primeira metade do século 19, lá você encontra as lojas das grifes mais famosas do mundo. Ah, e não se esqueça da tradição, no centro da galeria você encontrará pessoas pisando nos testículos do touro. Diz a lenda que pisar com o calcanhar direito sobre as bolas do touro e girar pelo brasão de armas da cidade de Turim traz sorte. Esse ritual é repetido diariamente por milhares de turistas.

Aproveitamos para passear por Brera, o metro quadrados mais caro da cidade repleto de bares, restaurantes, lojas e galerias. Fomos em busca de um happy hour, que os italianos chamam de aperitivo. Lá funciona assim: você paga os drinks e a casa oferece aos clientes petiscos. Adorei isso! O estilista Marc Jacobs tem um barzinho do lado da loja em Brera super bem frequentado, mas resolvemos pegar um táxi e ir até o Roialto, que é um dos maiores lounge bars da Europa, criado por aquele que é chamado de inventor de happy hour, Vinicio Valdo.

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No sábado pela manhã, mesmo com chuva, fomos ao Castello Sforzesco, um dos principais símbolos da cidade de Milão. O Castello foi construído no século XV e no interior do castelo você encontra o Parco Sempione, um parque verde onde nos dias de sol as pessoas costumam fazer piquenique, corrida, andar de patins e tomar sol.

Ainda no sábado fui conhecer a La Rinascente. A Galeria nasceu no século 19 com o nome de Magazino Bocconi e em 1915 a loja foi completamente destruída por um incêndio e o escritor italiano D’Annunzio, ao vê-la renascer da cinzas, a rebatizou: La Rinascente. Os andares são divididos por grifes e o local é bastante frequentado por turistas. Vale subir até o 7º andar para conhecer um dos restaurantes que tem terraço com vista para o Duomo. Nós aproveitamos para um almoçar com toda aquela badalação. Paguei 40,00 euros por um almoço acompanhado de 2 chopps, afinal ninguém é de ferro. A La Rinascente é um lugar pra ver e ser visto.

No sábado à noite fomos a badalada Armani Prive Milano, a discoteca fica no subsolo da Loja Armani. A balada é muito bem frequentada com direito a porta seletiva, ou seja, se o segurança não for com a sua cara você não entra. Vale os euros investidos!

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No domingo alugamos bicicletas e fomos andar pela cidade em um lindo dia de sol. Você faz o cadastro, como já acontece nas grandes capitais brasileiras, e paga com o cartão. Custa 3 euros a diária e vale a pena passear pelas ruas de Milano. Passeamos pelo interior do castelo e todo o entorno da cidade. Paramos para comer uma autêntica pizza italiana e ao passar por Brera não resisti e parei na Amorino para degustar o famoso sorvete em formato de flor – e é incrível! Nem o frio consegue fazer alguém resistir a Amorino.

Milão é uma cidade incrível, transpira moda e bom gosto. Minha vontade de estudar moda foi multiplicada em pelo menos 300 vezes após essa viagem. Gostaria de deixar registrado um agradecimento mais que especial para a minha amiga e guia, Luciana Menezes, que me recebeu de braços abertos em sua casa e fez questão de me levar a cada lugar que descrevi aqui.

Fashion trends no aeroporto

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Viajar desleixado é coisa de gente desleixada. Não precisa usar o longo do casamento da sua irmã, nem encarnar a doida da Lady Gaga e embarcar vestida de Darth Vader meets Sister Mary Clarence, mas não é só porque você está indo para o nordeste ou para Punta Cana que você vai entrar no avião de canga e biquíni, né? O primordial é pensar no conforto e lembrar que mesmo que o voo seja curto, você vai ter que chegar uma hora antes do embarque, despachar mala, desembarcar, pegar mala na esteira, e todo aquele ritual de viajante.

Tudo bem que o seu destino não é a Semana de Moda de Milão ou de Paris, mas é possível – sem dramas – se ligar nas tendências de moda e transformá-las num look mega-hiper-ultra confortável para viajar. Marsala é a cor do ano, e vários produtos, inclusive as malas, estão disponíveis na cor. As franjas também estão em alta atualmente, e o estilo pode ser encontrado nas jaquetas, bolsas e botas, cada coisa mais linda que a outra! E os clássicos nunca perdem a vez, por isso os prints de bichos estão sempre estampado acessórios e roupas.

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Checklist básico de viagem:

  • Casaco/jaqueta. O local de origem e/ou o destino podem ser lugares quentes, mas o aeroporto com certeza está com uma temperatura mais amena do que o clima local de Fortaleza em fevereiro, e o avião então nem se fala. Ouça a mamãe aqui, leve um casaquinho.
  • Calçados confortáveis. Bota, tênis ou sapatilhas, não importa, o importante é que sejam confortáveis, e, de preferência sem salto ou com salto bem baixinho.
  • Bolsa, mochila ou mala de bordo. Uma coisa que não dá pra fazer é levar os objetos pessoais na mão, simples assim. Documentos, escova e pasta de dente, uma muda de roupa, a mamadeira com água do filho, smartphone, tablet… quando a gente se dá conta, é muita coisa que a gente leva na bagagem de mão. A vantagem da mochila é ficar com as mãos livres, mas se optar por bolsa, aproveite para levar uma grande.
  • Mala. Item básico. Se você for do tipo de pessoa compacta, provavelmente consegue levar tudo numa mala pequena e evita ter que despachar.

Farm e Adidas se unem em mais um drop

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Dizem as más línguas que, quando a Farm e a Adidas lançaram a primeira parceria com aquelas jaquetinhas fofas, tinha gente rifando o próprio rim para poder ter uma, pois a coleção esgotou rapidinho. Mas calma aí, não precisa ir para o mercado negro comercializar nenhum órgão do seu lindo corpo, porque o segundo drop de 2015 está chegando.

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Duas estampas inéditas inspiradas nas raízes brasileiras da Floresta Amazônica fazem parte dessa coleção. A estampa Xilofloresta traz as texturas de um corte de madeira, em camadas, misturada com símbolos da selva. São apresentados cropped, camisetas, shorts, jaquetas e bolsas de praia com mote tropical.

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Um farfalhar de penas esfria o calor do verão e domina a estampa Menire. Enfeite altamente valorizado pelos índios da Amazônia, as penas contagiam a selva urbana neste print de tons suaves. Vestidos, croppeds, jaquetas e mochilas são algumas das peças da linha.

As peças chegam ao Brasil na primeira semana de abril. Se alguém quiser me dar de aniversário, quero uma jaquetinha de cada estampa, por favor.

Clube Melissa lança nova parceria com Alexandre Herchcovitch

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Mais uma parceria entre o Clube Melissa e o estilista Alexandre Herchcovitch, que ao longo de dez anos tem produzido várias criações de sucesso para a marca. Mais três novos modelos chegam para fazer parte da cartela de produtos dessa parceria: Melissa Flower Boot, Melissa Backless e Melissa Flower Boot Queen.

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A Melissa Flower Boot foi lançada durante a última SPFW e mescla dois hits da estação: a textura floral e o solado tratorado. A bota traz uma mistura de arquétipos bastante conhecidos, como o coturno e a sandália, fazendo um contraponto entre inverno e verão, resultando num produto bastante versátil.

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A Melissa Backless representa o clássico oxford, que ganhou um novo shape para o inverno 2015. O modelo mantém características marcantes como o bico fino, o fechamento em amarração e o cabedal pespontado.

Melissa Flower Boot Queen + Alexandre Herchcovitch

Já a Melissa Flower Boot Queen é sinônimo de conforto, romantismo e delicadeza. A sapatilha, que recebe aplicações de rosas em seu cabedal, vem em cinco versões, sendo três monocromáticas – verde, preta e bege – e duas nas cores rosa claro e preta.

Pomadas e cremes para assaduras

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Bumbum assado, nenhuma mãe quer isso para o seu bebê. E a melhor forma de evitar assaduras nos pequenos é mantendo a região do bumbum e os órgãos genitais sempre limpos e fresquinhos.

A maior causa das assaduras é a umidade, por isso manter a região fresquinha pode ser um obstáculo, já que as fraldas descartáveis são quentes e mantem o local abafado mesmo com a boa absorção do xixi. A limpeza é fundamental e pode ser resolvida com um algodãozinho molhado quando um bom banho com água e sabão neutro não for possível. Deixar o bebê sem fralda por um tempinho é outra boa opção para deixar o local “respirar” um pouquinho, mas essa também pode ser uma tarefa difícil, portanto, para manter a região sequinha, observe sempre se a fralda não está cheia e fazer trocas constantes.

As assaduras são super incômodas nos bebês e podem deixá-los irritadiços e até interferir no sono e na alimentação {se até em adultos é uma situação incômoda, imaginem na pele sensível do bebê!}. A melhor forma de evitar esse desconforto é prevenindo, por isso usamos pomadas contra assaduras.

Até hoje Luca só teve dois episódios de assadura, ambos, felizmente, bem moderados. O uso de pomadas nele, no entanto, é constante. Não diversificamos tanto o uso desses produtos, a primeira que usamos foi Hipoglós Amêndoas, e sempre compramos por ser fácil de encontrar e por já conhecermos a eficácia. As demais usamos porque ganhamos ou comprei para testar, algumas voltarei a comprar, como a Desitin, e outras provavelmente não voltaremos a usar {não pode não serem boas, mas por ter outras melhores com preços mais em conta}.

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1. Desitin Rapid Relief. Ganhamos de uma prima minha que trouxe dos EUA, mas nas farmácias brasileiras já estão à venda. É um creme espesso e concentrado, mas de fácil remoção. Depois que a que ganhamos acabou já comprei outra por cerca de R$ 30,00 a de 115g. É cara, mas rende bastante.

2. Creme Preventivo de Assaduras Fisher Price. A marca eu já conhecia por causa dos brinquedos, e fiquei super curiosa para testar os produtos de higiene. Acho que criei muita expectativa para esse produto, e no final achei ele apenas razoável. O creme, apesar de ser espesso, na hora da aplicação fica com uma consistência meio aquosa e fica difícil de espalhar uniformemente. Pelo preço, R$ 10,00 numa bisnaga de 45g, não sei se voltaria a comprar.

3. Hipoglós Amêndoas. Provavelmente o que mais usamos. A essência de amêndoas ajuda a quebrar o cheiro forte do do Hipoglós original, e é bastante eficaz. Sua textura é grossa e bem cremosa, espalha fácil e não gruda. A de 80g custa em média R$ 24,00 aqui em Recife.

4. Desitim Maximum Strength. Também ganhamos da minha prima que trouxe dos EUA, e ao contrário da azul, que acabou e eu comprei outra aqui em Recife, essa ainda é a mesma que ela trouxe. Nos episódios que Luca teve assadura, foi essa a pomada que usei nele e a vermelhidão e o incômodo sumiram rapidinho. Ela também tem uma textura bem grossa e é mais difícil de espalhar e de limpar, o cheiro também é forte {me lembra um pouco Hipoglós original}. Recomendo o uso de tratamento, ao invés de usar apenas como prevenção. Ainda não vi nas farmácias daqui, mas acredito que seja possível comprar no Brasil.

5. Bepantol Baby. Fácil de aplicar, fácil de limpar, a Bepantol Baby é provavelmente a pomadinha mais acessível em termos de facilidades. Como não cheguei a usar em casos extremos de assadura, apenas como prevenção, é difícil analisar sua eficácia. Apesar de gostar dela, a impressão que tenho é que ela sai facilmente e deixa o bebê desprotegido, por isso uso mais durante o dia para evitar que no período da noite, que o bebê fica mais tempo com a fralda úmida, ela deixe de agir.

6. Hipoglós Original. Não é todo mundo que aguenta o cheiro dessa pomada, mas eu confesso que para mim isso não é problema nenhum. Entre essa e a Amêndoas, fico com a segunda opção por achar mais conveniente de limpar, já que a original “gruda”. Por outro lado, em casos mais fortes de assadura, Hipoglós original acaba sendo mais eficiente na sua proposta de tratamento.

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Já ouvi ótimas recomendações dessas outras pomadas, mas ainda não usei em Luca. Compartilhem suas opiniões sobre as pomadas favoritas {e as que não recomendam também}!

Coleção Bailarinas da Granado

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Internet sem polêmica não é internet. A da vez envolve a marca de esmaltes Risqué, com a coleção Homens que Amamos [para saber mais sobre a polêmica, acompanhe no Twitter a hashtag #homensrisque]. Indo na contramão do embate machista, a Granado mais uma vez lança uma coleção linda enaltecendo grandes mulheres, dessa vez trazendo nas cores dos esmaltes nomes de seis das maiores bailarinas de todos os tempos.

Não é a primeira vez que a marca nobilita mulheres que fazem ou fizeram a diferença no mundo. A coleção escritoras – uma das minhas favoritas ever! – e a coleção Divas são algumas dessas notáveis contribuições da marca, cujas temáticas passam por uma vasta pesquisa que nos leva a conhecer ou aprofundar nosso conhecimento no assunto antes de chegar às prateleiras das lojas e finalmente às nossas unhas.

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Histórico cultural e cores lindas a parte, os esmaltes da Granado tem uma excelente cobertura. O último que pintei, o Margot, precisou de apenas uma camada para ficar perfeito, sem manchas. Uma ótima característica, especialmente em se tratando de uma cor clara.

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Na semana passada pintei o Maya, um roxo lindo que me lembrou um pouco o Emily da coleção escritoras, sendo o Maya mais puxado para berinjela, enquanto o Emily é mais violeta {para ver a cor, postei na fanpage e no Instagram, olha lá e me segue!}. Cada esmalte custa R$ 18,50 nas lojas da Granado.

Batom Hot Wine Eudora

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Cor atemporal, clássica e muito elegante. Talvez você conheça pelo nome de marsala – cor Pantone oficial de 2015 – talvez por bordô, mas com certeza você conhece como a boa e velha cor vinho. É essa a cor do lindo batom Hot Wine, de Eudora.

O Hot Wine é um batom cremoso, mas antes de você desistir de ler esse post porque você também anda apaixonada por batom matte, dê uma chance. Ele é um cremoso com fixação excelente, quase como um batom opaco. Por ser cremoso, a aplicação é fácil, o produto desliza facilmente nos lábios.

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Outra característica maravilhosa para um batom cremoso e escuro é que ele cobre bem e não acumula. Ninguém merece dar um sorriso com restinhos de batom nos dentes, né? Falando nisso, a duração dele nos lábios é excelente, durou fácil 4 horas nos meus lábios, mesmo comendo e bebendo. Na incerteza, vale levar na bolsa para um retoque, porque além de tudo a embalagem é bonitinha e resistente.

Com tantas qualidades, é difícil de acreditar no preço desse produto: custa R$ 13,99 na loja oficial de Eudora.

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Lollapalooza 2015: ainda dá tempo de ir!

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Deu bobeira, ficou esperando os amigos resolverem, as passagens aéreas chegarem a um preço bom, a mamãe deixar e… o Lollapalooza já é na próxima semana e você ainda não decidiu nada. Tudo bem, antes de ficar gritando aos quatro ventos como a vida é injusta e que com você nada dá certo, respira fundo. Ainda dá tempo de se programar e curtir esse super evento musical que acontece pelo quarto ano consecutivo, que rola nos dias 28 e 29 de março em São Paulo.

Não tenho ingresso! Do chão eles não vão brotar, mas se você quiser comprar, no site da T4F ainda tem. Além do Lolla Day (um dia de ingresso), você ainda pode comprar o Lolla Pass (dois dias) e um ou dois dia de ingresso junto com o Lolla Lounge. O valor mais em conta é de R$ 170 e corresponde à meia-entrada para um dia do evento. No site também dá para adquirir o transfer e alguns pacotes de viagem.

Make my way back home and learn to fly… O Foo Fighters não está no line up, mas pegue os ensinamentos do Dave Grohl e aprenda a voar. Ou melhor, aprenda a buscar suas passagens aéreas por um preço bem joinha. No Decolar.com você faz a consulta pelo melhor preço de várias companhias, inclusive pode criar um alerta com o valor máximo da passagem. Se a passagem atingir aquele valor, ou menos ainda, você recebe um e-mail. Outra alternativa é criar um alerta no Skyscanner com os trechos e as datas. Sempre que houver alterações de tarifa, para mais ou para menos, você também recebe um e-mail.

Se eu pegar no sono me deite no chão. Passagens compradas, ingressos garantidos, agora é hora de arranjar um lugar para esticar o esqueleto. Se casa de amigo ou parente não é alternativa e os hotéis estão muito caros, os hostels podem ser uma excelente opção. A rede Hostelling International tem alguns estabelecimentos bem legais em São Paulo que valem à pena dar uma conferida e verificar se ainda há vagas para o período do Lollapalooza. Outra alternativa é alugar um apê. No Alugue Temporada e no Airbnb é possível encontrar apartamentos que acomodam 4 pessoas por R$ 200,00 a diária, que dividindo por cabeça fica mais barato que pousada. O festival acontece no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul da cidade, por isso facilite seu acesso buscando hospedagem pela região de Interlagos, Morumbi, Itaim Bibi, Santo Amaro e outros bairros da redondeza.

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O tempo em São Paulo é muito louco. No período de 24 horas é possível vivenciar todas as estações do ano, por isso a célebre frase da sua mãe, “pegou um casaco?”, faz todo o sentido. Nessa época do ano é bem comum chover, portanto esteja preparado levando casaco e capa de chuva. Galochas não são essenciais, mas um sapato fechado previne que seu pé fique sujo em caso de lama e previne danos maiores no caso de pisões.

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Conhecendo o Uzumaki Temakeria

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Depois de tanta propaganda que minha friend Vivis fez do Uzumaki, já tinha passado o tempo de eu ir lá conhecer. E ela foi minha guia, claro! Mas a minha amiga não foi a única a falar desse lugar, certamente se você mora em Recife ou região metropolitana já ouviu falar de “um sushi ótimo e barato na Caxangá”. {Caxangá é uma avenida bem movimentada na cidade, e só para situar quem não é daqui e quer ir lá – ou quem mora aqui mas é desorientado que nem eu – o Uzumaki fica próximo ao Parque de Exposição do Cordeiro}.

O lugar é simples, e na época que fui estavam fazendo uma reforma para ampliar, nem nome tinha na frente. Foi um sacrifício para achar, porque em nada lembrava um restaurante. Acredito que quem for agora já encontre o ambiente com mais mesas e com sinalização adequada.

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As três voltas no entorno para achar o lugar, no entanto, valeram a pena. O Uzumaki é realmente tudo de bom que Vivi tanto falava! Esteja preparado para a demora no pedido, principalmente se estiver cheio. A explicação existe: tudo é super fresquinho e feito na hora. A prova você sente no paladar quando os primeiros pratos começam a chegar na mesa, as peças dissolvem na boca. Só de escrever esse post me dá vontade de ir lá de novo…

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O Eby Jo maçaricado pra mim é imbatível, e o de lá digo com certeza quem foi um dos melhores que já comi, temperadinho na medida certa. Também existe a versão dele no temaki, que é di-vi-no. O temaki eu experimentei no delivery, mas, sinceramente? Não é a mesma coisa. Lógico que na hora que a vontade bate dá pra pedir e se satisfazer, mas não é a mesma coisa de comer lá tudo fresquinho e recém saído da cozinha.

Não sei os valores de cada prato, mas fui com duas amigas e cada uma pagou menos de R$ 50. E olha, a gente comeu muito bem e ainda teve espaço pra um petit gateau no final. O menu deles está disponível na página do Uzumaki no Facebook.