Oxente Menina

Pérolas de Luca

Certas coisas são muito melhores contadas ao vivo do que através de um texto escrito, mas já virou costume contar as peripécias de Luca no Facebook e levar um pouco de diversão para as timelines alheias, por isso resolvi postar algumas aqui no blog também.

Sei que muita gente acompanhou a gravidez e os primeiros meses do meu príncipe aqui no O!, depois falei sobre algumas etapas pontuais do crescimento dele. O que a maioria de vocês provavelmente não sabe é que esse rapazinho, agora com 4 anos, é uma figuraça! Não sei onde ele aprende tantos argumentos e tiradas engraçadas – algumas que me deixam numa saia justa e com vontade de enfiar a cabeça no primeiro buraco que aparecer. E o que dizer do vocabulário? Ele diz algumas palavras que eu fico aqui me perguntando: “Como uma criança de 4 anos sabe isso?”. Coisas encantadoras da maternidade…

Neste primeiro post das #PérolasDeLuca fiz uma coletânea de diálogos ou tiradas curtinhas mais recentes. E, para quem não sabe, Luca tem um canal no YouTube: o LucaFolia. Quem puder se inscreve e deixa um like pra ele! :)

O maloqueiro

Uma vez, brincando com Luca, minha prima Bia disse a ele que o boné usado normal era “menininho”, com a aba virada para a lateral era “maloqueiro” e virada para trás era “radical”.

Um belo dia fui de Uber deixá-lo na escola, e enquanto esperávamos o carro junto ao portão do prédio, Luca viu um homem do outro lado da rua com o boné com a aba virada para o lado. Não contou conversa antes de apontar e gritar bem alto:

– Mamãe, olhaaaaa! Aquele homem ali é um maloqueiro.

Eu ouço. Eu ouvo!

– Mamãe, quando eu cantar no meu show você ouve?
– Ouço!
– O que????
– Ouço.
– Osso? Que osso? Você ouve ou não?
– “Ouvo”.

Aí ele entendeu.

Creme de creme

– Mamãe, esse pão é com creme.
– Hummm, deve ser uma delícia. Tem gosto de que?
– De creme, é claro!

Óbvio!

Se lasquei todo!

– Mamãe, hoje eu tô muito cansado, fiz muita coisa.
– O que você fez tanto hoje, Luca?
– Botei sabão no olho, machuquei o joelho… eu se lasquei todo!

Prazer, Michelângelo!

No banho:

– Mamãe, por que quando eu era bebezinho você colocou esse nome em mim?
– Porque eu e seu pai achamos Luca um nome muito bonito. Você não gosta do seu nome?
– Gosto, mas eu queria ter outro nome. Michelângelo.
– Ok, Michelângelo, venha se enxugar.

Se arretou porque eu comecei a rir e começou a chorar dizendo que não queria mais o nome novo, queria ser Luca mesmo.

Que lástima!

Joguei no lixo um envelope que Luca tinha rabiscado todo.

– Por que meu envelope está no lixo?
– Porque você rabiscou ele todo e não presta mais.
– Isso é uma lástima!

Espero o seu presente

Uma amiguinha de Luca manda um áudio, na véspera do aniversário dele, dizendo que se inscreveu no canal LucaFolia:

Eu: Luca, diga “Obrigado! Te espero no meu aniversário!”
Luca: Obrigado, espero o seu presente no meu aniversário!

Eu ri, mas foi de nervoso!

Kinder Ovo: a melhor coisa da viagem

No nosso último dia de viagem em Santa Catarina:

– Luca, você está gostando da viagem? 
– Tô sim! O que eu mais gostei até agora foi do Kinder Ovo.

Legal, Luca. A gente passa meses pagando passagem, hospedagem e programando passeios pra você curtir um chocolate que vende em todo canto.

Vocês passam por essas situações embaraçosas (e engraçadas!) também? Compartilhem, só para eu saber que não sou a única a querer enfiar a cara no buraco de vez em quando.

Seguindo o fluxo em 2018

Leve, sem cobranças, sem expectativas – foi assim que o ano de 2018 começou para mim. Parece até mentira começar o primeiro post do ano (e já bem atrasadinho) falando na falta de expectativas, porque a gente sempre vira o ano tão cheio de esperança de um ano melhor, né?

A falta de expectativas a que me refiro não é falta de fé na vida, muito menos aquele achismo negativo de que nada vai dar certo. Muito pelo contrário! É uma forma de enxergar a vida de uma maneira mais leve e sem ansiedade. Aliás, essa tal de ansiedade é quem acaba dando um nó na cabeça da gente, principalmente durante aqueles últimos dias de um ano e os primeiros do ano seguinte. São tantos planos, tantas promessas, tanto isso e aquilo, que quando falhamos em cumprir a primeira meta, parece que a coisa desanda e o resto do ano acaba indo ladeira abaixo em carrinho de rolimã, derrubando todos os projetos e sonhos no caminho.

Por isso resolvi entrar esse ano sem ansiedade, sem grandes planos, deixando as coisas seguirem o fluxo e acontecendo no tempo certo. Claro que não foi uma coisa pensada no dia 31 de dezembro e começando magicamente na virada para 1º de janeiro! Trabalhar a ansiedade é uma coisa que venho fazendo há algum tempo, sucumbindo a ela várias vezes e respirando fundo de novo (só os ansiosos sabem como esse processo é difícil!).

Não fui na manicure fazer as unhas para virar o ano; não comprei calcinha nova amarela; usei uma roupa que já tinha no armário. Não fiz planos para perder 10 kg em janeiro, e mesmo estando insatisfeita com meu peso/corpo atual, não me privei de aproveitar a vida com ele. Não muito tempo atrás, eu costumava sentir vergonha de usar saia por achar minhas pernas feias, não tirava a saída de banho com vergonha de mostrar meus quilinhos extras e minhas celulites, me privava de um delicioso mergulho no mar (mesmo com um calor de matar) com receio do que os outros iriam pensar ao ver minha silhueta. Estou aprendendo – e aceitando – que o que os outros pensam é problema deles, não meu. Em 2018 já tirei a canga e entrei no mar, na piscina, molhei o cabelo sabendo que não ia fazer chapinha. Tudo isso é libertador, seguir o fluxo do bem-estar e não se importar com a negatividade alheia é tão energizante quanto entrar na água, debaixo de um sol escaldante, depois de um golinho de cerveja (fiz isso também!).

E assim vamos seguindo em frente. Seguindo o fluxo. Deixando as coisas se desenrolarem sem interferências. Tentando manter a vibração para permitir que as coisas boas cheguem. Sem expectativas de chamar atenção de uma empresa que magicamente vai fazer o blog bombar, sem pretensões de tirar fotos pro Instagram que vão gerar 5000 likes (muito menos comprar likes pra suprir essa ansiedade de se mostrar um grande influencer), sem “ter que” nada pra agradar seu ninguém ou ao Sr. Ego.  Se vai dar certo, é o universo quem vai responder. Mas uma coisa é certa: se a gente não muda, as coisas ao nosso redor não mudam. E se é para dar um passo para as mudanças, que esse passo seja leve e divertido. Feliz ano novo!

Em tempo, o primeiro banho de mar de 2018 foi nessa praia linda, Barra de Tabatinga, no litoral sul do Rio Grande do Norte. Água morna e mar calmo, esse lugar é ótimo para levar as crianças. Luca ama!

Tênis Skechers: vale mesmo a pena ter?

Andar de tênis no dia a dia não é muito minha praia, sou do #TeamSapatilha há bastante tempo, principalmente depois que tive filho e aboli 70% dos saltos do meu guarda-roupa. Entre sapatilha e tênis, a praticidade das sapatilhas e o fato de serem mais arrumadinhas sempre fizeram com que elas ganhassem a preferência. Mas e para viajar e bater perna de verdade?

Quando incluímos novamente o Beto Carrero no nosso roteiro de viagem eu vi que precisava mesmo de um calçado mais confortável, e comecei a ler várias recomendações da marca Skechers. Não fazia muito sentido pra mim pagar R$ 300 em um tênis, especialmente sendo o tipo de pessoa que ia usar esse calçado uma vez na vida. Além do mais, o que danado esse tênis tinha de tão especial que os outros não pudessem ter? Para tirar a prova e ver se esse bafafá todo fazia sentido, fui com minha sogra numa loja experimentar sem compromisso e… nossa!

Vou deixar as explicações técnicas de lado e dar minha opinião de leiga que preza muito por conforto: a sensação é a mesma de estar pisando em uma almofada fofinha, tipo aquelas da Fom, ou aquelas bolinhas “squish ball” de antigamente.  E apesar de ser mega confortável e macio, o pé não afunda, o tênis se molda ao formato graças à tecnologia de Memory Form Fit.

Outra coisa que achei super positiva foi que o calçado é bem levinho. À primeira vista ele até parece frágil, dá a impressão de não aguentar o tranco, mas com base na minha experiência usando esse tênis todo santo dia durante uma semana é que ele não só aguenta o tranco, como deixa os pés respirarem com muito conforto. A maior prova foi no dia do parque, que passei o dia andando, molhei os pés em um dos brinquedos e não teve incômodo algum.

Falando em incômodo, o ideal para quem compra calçados novos é usar logo para ir ajustando aos pés. Logo que comecei a usar, antes da viagem, fez alguns calos. Depois que o tênis se moldou completamente ao formato do meu pé foi só alegria!

Não sei se para quem pratica esportes de alto impacto esse modelo é adequado, mas para bater perna foi excelente. O fato de não ter cadarço também ajudou bastante, esse modelo tipo sapatilha era só empurrar o pé e voilà!

O meu é o Go Walk 3 e acabei comprando na Netshoes por R$ 199 (o preço normal dele é R$ 249, e atualmente está em promo por R$ 149,90), o da minha sogra – Go Mini Flex – pegamos uma oferta por R$ 189 (o preço no site está R$ 280). Não tenho ideia de preços de tênis porque não costumo comprar com frequência, mas não acho um valor baratinho e nem acho que você vai morrer se não tiver um. Mas se a dúvida é se vale a pena ter um pensando no conforto: vale, e muito! Melhor investir em um par de Skechers do que comprar daqueles baratinhos que se acabam na primeira caminhada. 

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