Oxente Menina

Mesa com cavalete: meu home-office!

É oficial, agora eu tenho um home-office de verdade! Parece brincadeira, já que há mais de cinco anos trabalho de casa e só agora consegui organizar meu espaço. Até pouco tempo atrás, meu escritório era na mesa da sala, entre a sala da TV onde Luca fica vendo desenho e a cozinha. Imagina a maravilha que era eu conseguir me concentrar para escrever um texto ou fazer uma tradução!

Desde março, quando liberamos umas tralhas que estavam ocupando espaço desnecessariamente, comecei a procurar mesas ou escrivaninhas de escritório. Vasculhei a internet e cheguei até a encontrar umas lindas com preços bons, mas na hora de calcular o frete para Recife, o valor era praticamente o de outra mesa. Sem condições! Nas lojas físicas, as mais baratas que consegui encontrar em tamanho aproximado ao que eu queria custavam cerca de R$ 700, e outras bem mais simples e bem menores na faixa de R$ 400.

Pesquisando os cavaletes avulsos percebi que a minha mesa poderia sair mais em conta, era só comprar a madeira e os acessórios. O primeiro orçamento do tampo que fiz foi com o marceneiro que fez o nosso closet, com a madeira coberta em fórmica (branquinha igual ao closet) e no tamanho 1,60 x 75 cm – o valor ficou em R$ 320. Ainda estava caro para o meu bolso, por isso continuei procurando até encontrar no OLX o Sr. Francisco, um marceneiro aqui de Recife que trabalha com a madeira pinus, e cobrou R$ 80.

Apesar de não ser coberta com fórmica branca, ficou do jeito que eu queria porque a madeira pinus é clarinha. Ela não tem nenhum revestimento, mas é tão lisa que dá até para passar um algodão na mesa sem enganchar. Somando os R$ 80 do tampo de madeira mais os quase R$ 80 de cada cavalete, que comprei na Etna do RioMar, a mesa saiu por menos de R$ 250 e com o exato tamanho que eu queria. Ter uma coisa personalizada no tamanho que você deseja já é uma grande vantagem, e sendo mais barato fica melhor ainda!

Esses cavaletes feitos em tubo de aço costumam ser mais baratos do que os de madeira. O marceneiro que fez o tampo da minha mesa até ofereceu uns feitos no mesmo material, mas acho que os coloridos deixam o ambiente muito mais charmosinho.

Agora sim tenho espaço para espalhar toda a minha bagunça (meus ‘trocentos’ caderninhos, kkkkkkk) sem deixar a entrada da minha casa parecendo um campo de guerra. Sem falar que é muito mais tranquilo trabalhar em um local mais reservado, mesmo com criança dentro de casa, do que na sala.

Abaixo seguem algumas dicas de onde comprar os cavaletes (os valores informados são por unidade, e não para o par, ok?) e o contato do WhatsApp do Sr. Francisco é o (81) 9.8633-3414.

 

Navcity NG100 para leigos

É complicado quando você tem interesse em comprar um produto e todas as informações que encontra são extremamente técnicas. Não que isso seja uma coisa negativa! Muito pelo contrário, acredito que só a partir de testes mais detalhados é que é possível se aprofundar em algo e poder falar com conhecimento de causa. Esse não é o caso nesse post. Meu conhecimento de causa sobre a Navcity, em uma escala de 0 a 10, deve ser 3 (ou 4 com um empurrãozinho), mas foi justamente por essa falta de know-how que resolvi falar sobre minhas percepções sobre essa câmera.

Antes de viajar para Fortaleza, alguns meses atrás, resolvi comprar uma câmera esportiva para tentar fazer umas fotos do meu filho nas piscinas do Beach Park. A única referência que eu tinha sobre esse tipo de equipamento era a GoPro, mas logo nas primeiras pesquisas descobri que não era pro meu bolso. Foi aí que a busca de verdade começou! Nos sites de e-commerce encontrei muitas câmeras “tipo GoPro”, mas com uma disparidade de preços que era simplesmente impossível definir qual era boa e qual era descartável apenas por esse critério. Foi então que parti para os blogs e vídeos no YouTube.

Eu queria informações simples, do tipo: a imagem é nítida? Faz fotos legais? É fácil de mexer? Preciso comprar equipamentos extras para poder usá-la? Essa case impede mesmo a entrada de água? Como encaixa essa bagaça? Pelo nível das perguntas, já deu pra ver que informações técnicas não é mesmo o objetivo desse post, né? Muito menos fazer comparações com outros produtos semelhantes (para isso, dá uma olhadinha nesse post do TechTudo que é mais negócio).

O que vem na caixa:

A câmera, a case, um bastão de selfie, um carregador (que você pode ligar direto na entrada do USB do computador ou na fonte do celular – eu carrego na tomada com a fonte do iPhone), um suporte para bicicleta e um suporte para capacete. Não tem como usar a câmera presa em um desses suportes sem a case, porque é ela que traz a base para acoplar os equipamentos (pode ser que exista algum acessório avulso para isso, mas em uma loja de equipamentos fotográficos que fui, o vendedor me orientou a nunca usar a câmera sem a case para não arranhar ou quebrar, já que ela é bem frágil). Uma das coisas óbvias que eu precisei quebrar a cabeça foi quanto ao suporte “principal”. Para prender câmera + case no bastão de selfie, por exemplo, o ideal é usar esse suporte com a base redondinha que está perto da caixa na foto acima. Pois é, meu nível de desconhecimento chegava a esse ponto.

Como manusear:

O manual da câmera e nada é a mesma coisa. Sério, por mim, se não viesse manual nenhum seria uma economia de papel, porque ele não traz nenhuma informação relevante. Dito isso, é claro que precisei fazer uma busca com minha câmera em mãos para aprender a mexer na Navcity. Felizmente encontrei esse vídeo no YouTube do Testes e Dicas sobre como configurar a Navcity NG100, vale a pena dar uma olhada e aprender o básico.

Qualidade das fotos e vídeos:

Antes de responder essa questão, preciso ser sincera: eu não queria uma câmera que tirasse fotos para divulgar em outdoors com imagens de altíssima resolução. Eu queria uma câmera que me desse fotos legais do meu filho na piscina e que não me custasse os rins, e a Navcity me atendeu muito bem nesse quesito. Esse foi o primeiro vídeo que editei com imagens do parque, é um vídeo bem curtinho só para mostrar a resolução embaixo d’água. (No post sobre o Beach Park também postei fotos e outro vídeo).

Dica: Ao usar a câmera em ambientes com água, observe se não há respingos na case na altura da lente. Em algumas fotos, por pura falta de informação e atenção, não tirei o excesso de água antes de tirar a foto e saiu um pouco turva.
Som da câmera + eficácia da case:

Se a sua dúvida é se a case é realmente à prova d’água, a resposta é sim. Ela veda tão bem, que nem o som passa. Inclusive comentei sobre essa questão do som em uma postagem que fiz no Instagram logo depois de receber a câmera e meu irmão chamou minha atenção para isso, comparando ao som da própria GoPro, que também não sai perfeito quando usada com a capa protetora. A verdade é que essas câmeras esportivas, como o próprio nome sugere, são designadas para o uso em movimento, daí a necessidade da case. Se você estiver em um ambiente fechado, livre de qualquer tipo de movimentação, dá para usar a câmera sem a proteção e o som vai sair perfeito.

Teste de imagem embaixo d’água.

Preço + cartão de memória:

Comprei a minha câmera nas Americanas.com por R$ 250 e frete a R$ 10 (algumas semanas depois que eu comprei ela estava um pouco mais barata, mas no momento em que escrevo esse post, ela não está mais disponível na própria loja, apenas em lojas parceiras. Dá uma conferida aqui pra acompanhar). O cartão de memória não vem junto com a câmera, e na hora de comprar é imprescindível observar se o cartão é do tipo “Classe 10” para usar bem o recurso de full HD. Comprei um de 32GB da marca SanDisk na Kalunga, e custou R$ 90. Existem outros mais em conta, mas não recomendo comprar um com menos de 16GB. O de 32GB supriu bem a minha necessidade, e eu fiz vários vídeos. Além do mais, o tipo do cartão é SanDisk Ultra, e vi que tem um mais top do tipo Extreme, cuja diferença é a velocidade. Pela diferença de preço e pela minha real necessidade, não achei que valesse a pena investir no Extreme.

Embalagem do cartão de memória. Ao comprar, observe se é “classe 10”.

Navcity NG100 x Navcity NG100B:

Parece mas não é! Enquanto pesquisava a câmera vi que o preço da Navcity NG100B era muito mais em conta do que a NG100, mas foi só ler vários relatos de usuários da NG100B para desistir da ideia de comprá-la. Não testei as duas para falar com propriedade sobre o assunto, mas segundo a opinião do pessoal que testou, é um barato que sai caro. No canal de Eric Carneiro tem um vídeo curtinho e uma explicação bacana fazendo um comparativo entre a Navcity NG100 e a NG100B.

Acessórios:

O que não falta para as câmeras esportivas são acessórios, e ao ler sobre cada um deles eu achava que precisava ter todos! A verdade é que, a menos que você realmente tenha muitas atividades para filmar/fotografar ou tenha um estilo de vida aventureiro, você não precisa do bastão flutuante, do suporte para a cabeça, do colete e nem de todos os tripés disponíveis no mercado. Acabei optando pelo suporte para mão tipo luva, que tem um giro de 360º e fica bem firme na mão (mesmo meu braço sendo fino, deu pra usar numa boa). Comprei em uma loja aqui em Recife por quase R$ 60, mas já vi que tem no Walmart por R$ 40,00.

Balanço geral:

É a melhor câmera esportiva do mercado? Possivelmente não. Não testei nenhuma outra para poder comparar e afirmar com precisão, mas colocando na balança o preço, os recursos, a compatibilidade com outros equipamentos e acessórios e o resultado das fotos e vídeos, acho que a Navcity NG100 é uma boa opção. 

Falei aqui no post sobre as dúvidas que eu tive antes e depois da compra, se algo não ficou claro ou se você ainda estiver com dúvidas, joga a questão aí na roda que tento responder ou pedir ajuda aos universitários.

Georgia e suas versões

Fui jogada para os anos 1990 num abrir de frasco! Quando eu era adolescente e quase toda semana tinha um aniversário de 15 anos para ir, as opções de presente eram uma joia ou um perfume. Eram presentes bons e não deixavam os pais completamente lisos por terem que comprar 30 presentes de aniversário durante o decorrer do ano.

A Chlorophylla era uma das marcas mais populares por conta de dois perfumes: Eibi e Georgia (nossa, só de falar posso até sentir o cheiro do Eibi, que eu amava!). O Eibi tem uma fragrância mais delicada de lavanda com um fundo que mistura um toque fresco de eucalipto com um leve tom amadeirado, e eu costumava dar para as meninas mais delicadas e românticas (não que eu fosse assim, mas tudo bem). O Georgia era para as meninas mais ousadas! Um toque bem característico de jasmim que eu, particularmente, usava para as ocasiões especiais – como as próprias festas de aniversário que eu ia. Nem lembro se o que tinha lá em casa era da minha mãe ou da minha irmã, mas em ocasiões especiais ele era liberado para uso.

Desde 2015 o Georgia ganhou duas novas versões. Agora a família conta com o Georgia Fashion e o Georgia Elegance. O Georgia Fashion, o rosinha da linha, é um foral oriental com um toque frutado. Já o verde, o Georgia Elegance, também tem notas frutadas, mas tem um fundo mais adocicado. Que me perdoe o clássico da minha adolescência, mas o Georgia Fashion é o meu favorito.

Os três produtos estão disponíveis no site e nas lojas da marca e custam entre R$ 96,00 e R$ 112,00 em frascos de 100 ml. O kit com as três fragrâncias – de 5 ml cada – está custando R$ 40,90. Depois de tanto tempo, o Georgia continua sendo um bom presente e com um preço que cabe no bolso.