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Buscando o teste positivo

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Enquanto algumas mulheres já decidiram que filhos não fazem parte dos seus planos e outras engravidam acidentalmente, existe um grupo de pessoas que sonham com o memorável dia de ver as duas listras no teste de gravidez de farmácia. A infertilidade pode soar como uma palavra proibida, um tabu, mas o contratempo atinge mais gente do que imaginamos. Estima-se que 1 a cada 6 casais não conseguem engravidar de modo natural. Desse número, uma parte opta pela adoção, outra parte opta pela barriga de aluguel, uma parcela desiste do sonho, outra, ainda, persiste no desejo da gestação e parte para a reprodução assistida através da fertilização in vitro (FIV).

“Todo mês eu esperava que a menstruação não descesse, eu me enchia de esperança de que naquele mês teríamos a notícia de que estávamos esperando um bebê, e tudo ia por água abaixo quando eu via aquela mancha de sangue me avisando que o meu ciclo havia chegado novamente”. O depoimento é de Alice*, 38, que sonhava com a gravidez desde o segundo ano após o casamento. “Quando percebemos que não ia acontecer, eu e meu marido choramos muito, mas decidimos que seríamos pais qualquer que fosse o jeito”. Adoção foi a primeira alternativa que passou pela cabeça do casal, e a perspectiva os deixou tão entusiasmados que em pouco tempo já haviam buscado e juntado inúmeras informações sobre o processo, inclusive em outros países.

A ideia da fertilização in vitro (FIV) não havia passado pela cabeça do casal, até que durante o processo de coleta de informações sobre adoção uma amiga comentou que um casal conhecido havia optado por essa alternativa e a gestação já estava avançada e os bebês – eram dois – estavam se desenvolvendo bem. “Ouvir falar em qualquer tipo de medicina reprodutiva nos fazia pensar no quanto éramos incapazes de conceber um filho”, conta Alice, que passou ainda um período de dois anos fazendo terapia para, dentre outros transtornos, demover a ideia de que não era boa o suficiente para ser mãe. “Só quando a minha amiga comentou, alguns meses depois, que os bebês haviam nascido, foi que a ideia começou a martelar na minha cabeça. No mesmo dia conversei com meu marido, e lembro como se fosse ontem dele dizendo ‘ei, isso pode dar certo'”!

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O medo de não dar certo é um dos maiores receios dos casais que buscam essa alternativa. O método não é garantia de sucesso, mas as estatísticas confirmam que as chances são de 50 a 60% para mulheres que já passaram dos 35 anos; e de 30 a 40% para mulheres acima de 40 anos. O tratamento é recomendado para pessoas acima de 35 anos que estão tentando, sem êxito, engravidar há mais de 6 meses. O prazo estende-se para um ano de tentativa se a mulher encontra-se na faixa etária abaixo dos 35 anos.

“Tantos exames, tanta aflição, tanto medo… Hoje quando olho para a Valentina (de 1 ano e 9 meses) percebo quanto nossa vida é abençoada por termos uma filha linda e perfeita. Pela dádiva da maternidade penso que se fosse preciso faria tudo novamente”.

Mais informações: IVI.

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