agosto, 2015 | Blog Oxente Menina

Lenços de limpeza Natura Tez

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Parece que a Natura lê meus pensamentos. Meu demaquilante estava bem no finzinho e eu numa dúvida danada sobre qual comprar, se continuava usando o mesmo, se buscava outro, e aí chega aqui em casa uma bolsinha com alguns produtos da Natura Tez, a nova linha da Natura com produtos de cuidados para a pele do rosto. Valeu, Natura! Continue lendo meus pensamentos e mandando essas maravilhas pra mim.

Ainda estou usando e testando os outros produtos, mas o pacotinho com os lenços de limpeza eu abri na mesma hora e ate mostrei no Snapchat quando usei pela primeira vez {me segue lá: oxentemenina}. Sabe quando de cara você se apaixona por um produto? Aconteceu isso com esses lenços.

De um lado ele é lisinho, do outro é texturizado com umas delicadas bolinhas para esfoliar a pele. Pois é, e a gente pensando que era apenas mais um demaquilante qualquer… Os lenços de limpeza Natura Tez além de remover a maquiagem ainda tem a ação de limpar, hidratar e esfoliar a pele.

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O pacote com 20 unidades custa R$ 25,90. Um lencinho é suficiente para tirar a maquiagem toda do rosto, e olha que eu não uso pouca coisa! Base, sombras, delineador, iluminador e blush era o que eu estava usando quando fiz esse vídeo, aperta o play aí para ver o resultado.

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Jardim Botânico do Recife

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Era uma manhã de domingo como outra qualquer, saímos cedo para tomar café e lá resolveríamos para onde ir. Recife Antigo ou Parque da Jaqueira eram os destinos prováveis para levar Luca, mas saímos do convencional e fomos para o Jardim Botânico do Recife. Nossa manhã de domingo acabou resultando num passeio maravilhoso, e o pequeno amou!

O Jardim Botânico do Recife foi revitalizado em 2013 pela Prefeitura do Recife. O parque, que faz parte da Rede Brasileira de Jardins Botânicos e faz realiza pesquisas científicas e estudos de conservação e educação ambiental, ocupa uma área de 10,7 hectares dentro das Matas do Curado.

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O acesso principal dentro do parque é feito por uma área calçada que leva a pequenas trilhas, que por sua vez levam a diferentes áreas de conhecimento. No dia em que fomos só havia uma trilha aberta, esta dando acesso a uma outra área calçada onde é possível chegar facilmente ao Orquidário, ao Jardim Sensorial, ao Jardim Tropical e à área administrativa.

Tudo é bem sinalizado e os funcionários cordiais e solícitos. Como a maioria das trilhas estavam fechadas, a sinalização existente foi suficiente para nos guiar, no entanto, para um passeio mais detalhado e rico, é possível agendar um passeio guiado que deve ser previamente agendado. [Na página do Jardim Botânico do Recife no Facebook é possível encontrar informações].

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Além da sinalização para orientar os visitantes, espalhadas pelo parque existem várias placas explicativas sobre as árvores e plantas. São vários tipos de plantas terrestres e aquáticas, que criam, junto aos animais que habitam a área, o contraponto perfeito de imersão na natureza mesmo estando dentro da cidade. O local é acessível para cadeirantes e carrinhos de bebê. Se não nas trilhas, nas “ruas” principais o acesso é fácil e possível.

O acesso ao Jardim Botânico é feito pela BR-232, na estrada para Gravatá. O Jardim fica no sentido Gravatá-Recife, portanto, partindo da capital é preciso observar a sinalização para fazer o retorno.

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Com entrada gratuita, estacionamento próprio e cordialidade do staff – além do passeio em si, que é lindo – recomendo o passeio para todos, especialmente para os pernambucanos que ainda não sabem sobre a revitalização e reforma do Jardim Botânico. É um excelente local para passear com a família e conhecer mais sobre o nosso meio ambiente.

Para ver um pouco mais, aperta o play para ver o vídeo feito durante a nossa visita em família ao Jardim Botânico do Recife:

CONHECENDO-UM-POUCO-DO-RECIFE-MARCO-ZERO  ALUGANDO-PELO-AIRBNB  TAGS-PERSONALIZADAS-DE-VIAGEM  TEMPLO-BUDISTA-DE-TRES-COROAS

 

Ringue de mães

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Bicho complicado a tal da mulher. E nem pense que eu vou escrever esse texto me redimindo da culpa das baixarias inerentes ao nosso gênero. Nem me venham com discursos feministas super radicais dizendo que em vez de escrever uma atrocidade dessa eu deveria me unir e defender as mulheres e mães mesmo quando elas estão erradas. Não. Defendo o que eu acho certo, independente de gênero, cor, raça, preferência política ou time de futebol. E me reservo ao meu direito de opinar mesmo quando minha opinião é contrária àquela que você acha que é a única certa.

E se você acha que é um absurdo eu falar que mulher é desunida e adora uma baixaria, pergunta pro teu marido, boy magia, ficante, pai ou irmão se eles pegam briga em grupos do Facebook porque alguém deu a entender que ele é ‘menos pai’ ou porque alguém disse que o look que ele usou ontem não ornou.

Se mulher já é chegada numa discussão acalorada, quando ela é mãe, sai de baixo. Defender a cria é um instinto animal, mas usar a maternidade e o instinto como desculpa para ofensas e radicalismos – me desculpe – é insano. E dessa união eu prefiro não fazer parte.

Não me chame de ‘mãezinha’!

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Flutuando por um grupo no Facebook, num daqueles posts que tem pra lá de 200 comentários, li bem por cima o que uma mãe estava falando: “… porque depois de esperar aquele tempo todo a enfermeira ainda teve a audácia de dizer ‘mãezinha, a senhora precisa se acalmar!’, eu precisei respirar fundo para não rodar a mão na cara dela”. É, esperar em consultório, em hospital, em fila de banco, até em fila de parque de diversões, cansa, estressa. Quando o motivo é referente ao nosso filho, o estresse se multiplica por 10 {acabei de lembrar que já dei escândalo num hospital por causa de um péssimo atendimento, mas isso fica para outro post}. Demorou uns 40 comentários para eu entender que a raiva toda daquela mãe não era apenas pela espera. Na verdade, ela meio que já esperava pelo chá de cadeira, o que a deixou arretada mesmo foi a enfermeira chamá-la de ‘mãezinha’. Depois de ler quarenta e poucos comentários de consternação coletiva, achei melhor sair do grupo.

Eu não vejo nada de mais em ser chamada de mãezinha. Antes de tentar atirar solvente nos meus olhos para fazer minha extensão de cílios cair, respire fundo. Eu entendo que muitas mulheres lutam contra valores deturpados que atribuem inferioridade e fragilidade à mulher, e eu sou completamente contra esse pensamento machista de que a mulher é inferior, só não acho que o termo ‘mãezinha’ me limite como mãe ou mulher. Acho a briga contra o pensamento machista coerente, a briga contra o termo não. Na verdade, das tantas vezes que ouvi ou que fui chamada de ‘mãezinha’ a sequência de frases era sempre envolvida de carinho. De enfermeiras querendo passar no olhar um pouco de conforto ao verem minha apreensão pela injeção que meu filho precisava levar; de equipe médica celebrando antecipadamente o momento em que meu filho chegaria aos meus braços; de desconhecidos atingidos pela aura de luz que uma mulher grávida parece emanar.

Ok, não gostar do termo é um direito seu, mas, por favor, não veja isso com uma coisa negativa. Nem tente dar um hadouken numa senhorinha na rua que não sabe o seu nome e a chamou de mãezinha porque estava prestes a elogiar o seu bebê.

Você TEM que amamentar!

Amamentar é a coisa mais linda desse mundo. Saber que o seu próprio corpo produz o alimento necessário para saciar a fome do seu filho e passar para ele todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento é uma coisa mágica. Defendo a amamentação. Defendo as mulheres que amamentam os filhos até os 3, 4 anos, mesmo sob julgamento ou olhares maldosos. Defendo as mulheres que não se incomodam em mostrar o corpo em lugares públicos em benefício de suas crias. Defendo as mulheres que preferem esconder o seio na hora da amamentação. Defendo as mulheres que não amamentam.

Me espanta saber que mulheres que defendem tanto essa união entre mães sejam incapazes de compreender a dificuldade e a impossibilidade de outras em amamentar [falei sobre amamentação e suas dificuldades no post Mães (im)perfeitas]. Me espanta que, mesmo diante das dificuldades expostas, algumas ainda insistam que todas somos iguais e é fácil para todo mundo tanto quanto é para elas. Bico plano, bico invertido, falta de leite, tentativas frustradas, instabilidade emocional, nada disso é argumento convincente para mães que jorram leite. Ao passo que o incentivo é determinante para o sucesso das mães que tem dificuldades e após algumas (ou várias) tentativas conseguem, falta empatia e sensibilidade para reconhecer quando simplesmente não dá. 

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Deixa que eu escolho por você.

Dê dinheiro, mas não dê liberdade. Assim dizia um velho amigo. Interpretação de texto virou um dos maiores problemas do século, especialmente quando tem gente interpretando a frase “preciso de uma sugestão” como “você tem passe livre para se meter na minha vida e decidir que escolhas eu devo fazer”. 

“Comentei com uma conhecida que estava na dúvida se iria deixar minha filha na escola no ano seguinte porque ela havia tido um desentendimento com uma professora. Essa conhecida tomou a liberdade de nos expor e contar uma versão completamente diferente do que eu tinha falado para a diretora do colégio. Ficou um clima super chato para mim e para a minha filha com a professora e com a diretora. Minha filha acabou pedindo que eu a mudasse de colégio”, conta Tereza*, mãe de uma adolescente de 13 anos.

Comunicar é saber medir as palavras e delimitar até onde você quer que o outro saiba e interfira. “É complicado manter uma conversa com algumas mães que tem filhos da mesma idade do seu”, conta a nutricionista Raquel Teixeira ao complementar que há sempre aquelas que precisam comparar tudo em relação aos filhos e querem convencê-la de que você precisa fazer exatamente igual. “Tudo dela e do filho é melhor. A gravidez foi mais tranquila; o colégio do filho dela é melhor que o do meu; o desenvolvimento da criança é mais satisfatório; as festas da escola do filho dela são mais pomposas. Se eu digo que meu filho já sabe duas palavrinhas em inglês, o dela já é fluente no idioma e ainda forma frases em mandarim”, diverte-se. “E sempre que ela discursa sobre algum feito da família exemplar e genial que ela tem, ela diz que eu deveria fazer o mesmo”.

Esses foram apenas alguns exemplos do maravilhoso mundo competitivo e tempestuoso das mães. Mas calma, nem tudo é tão infernal quanto parece. Quando não estamos na TPM e nem há ninguém pisando nos nossos calos, nós – mães – somos as pessoais mais calorosos, amigas e amorosas desse mundo. 

E se discordar leva porrada! Brincadeira…

* Nome modificado a pedido da entrevistada | Crédito das imagens: Shutterstock

 

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