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Navcity NG100 para leigos

É complicado quando você tem interesse em comprar um produto e todas as informações que encontra são extremamente técnicas. Não que isso seja uma coisa negativa! Muito pelo contrário, acredito que só a partir de testes mais detalhados é que é possível se aprofundar em algo e poder falar com conhecimento de causa. Esse não é o caso nesse post. Meu conhecimento de causa sobre a Navcity, em uma escala de 0 a 10, deve ser 3 (ou 4 com um empurrãozinho), mas foi justamente por essa falta de know-how que resolvi falar sobre minhas percepções sobre essa câmera.

Antes de viajar para Fortaleza, alguns meses atrás, resolvi comprar uma câmera esportiva para tentar fazer umas fotos do meu filho nas piscinas do Beach Park. A única referência que eu tinha sobre esse tipo de equipamento era a GoPro, mas logo nas primeiras pesquisas descobri que não era pro meu bolso. Foi aí que a busca de verdade começou! Nos sites de e-commerce encontrei muitas câmeras “tipo GoPro”, mas com uma disparidade de preços que era simplesmente impossível definir qual era boa e qual era descartável apenas por esse critério. Foi então que parti para os blogs e vídeos no YouTube.

Eu queria informações simples, do tipo: a imagem é nítida? Faz fotos legais? É fácil de mexer? Preciso comprar equipamentos extras para poder usá-la? Essa case impede mesmo a entrada de água? Como encaixa essa bagaça? Pelo nível das perguntas, já deu pra ver que informações técnicas não é mesmo o objetivo desse post, né? Muito menos fazer comparações com outros produtos semelhantes (para isso, dá uma olhadinha nesse post do TechTudo que é mais negócio).

O que vem na caixa:

A câmera, a case, um bastão de selfie, um carregador (que você pode ligar direto na entrada do USB do computador ou na fonte do celular – eu carrego na tomada com a fonte do iPhone), um suporte para bicicleta e um suporte para capacete. Não tem como usar a câmera presa em um desses suportes sem a case, porque é ela que traz a base para acoplar os equipamentos (pode ser que exista algum acessório avulso para isso, mas em uma loja de equipamentos fotográficos que fui, o vendedor me orientou a nunca usar a câmera sem a case para não arranhar ou quebrar, já que ela é bem frágil). Uma das coisas óbvias que eu precisei quebrar a cabeça foi quanto ao suporte “principal”. Para prender câmera + case no bastão de selfie, por exemplo, o ideal é usar esse suporte com a base redondinha que está perto da caixa na foto acima. Pois é, meu nível de desconhecimento chegava a esse ponto.

Como manusear:

O manual da câmera e nada é a mesma coisa. Sério, por mim, se não viesse manual nenhum seria uma economia de papel, porque ele não traz nenhuma informação relevante. Dito isso, é claro que precisei fazer uma busca com minha câmera em mãos para aprender a mexer na Navcity. Felizmente encontrei esse vídeo no YouTube do Testes e Dicas sobre como configurar a Navcity NG100, vale a pena dar uma olhada e aprender o básico.

Qualidade das fotos e vídeos:

Antes de responder essa questão, preciso ser sincera: eu não queria uma câmera que tirasse fotos para divulgar em outdoors com imagens de altíssima resolução. Eu queria uma câmera que me desse fotos legais do meu filho na piscina e que não me custasse os rins, e a Navcity me atendeu muito bem nesse quesito. Esse foi o primeiro vídeo que editei com imagens do parque, é um vídeo bem curtinho só para mostrar a resolução embaixo d’água. (No post sobre o Beach Park também postei fotos e outro vídeo).

Dica: Ao usar a câmera em ambientes com água, observe se não há respingos na case na altura da lente. Em algumas fotos, por pura falta de informação e atenção, não tirei o excesso de água antes de tirar a foto e saiu um pouco turva.
Som da câmera + eficácia da case:

Se a sua dúvida é se a case é realmente à prova d’água, a resposta é sim. Ela veda tão bem, que nem o som passa. Inclusive comentei sobre essa questão do som em uma postagem que fiz no Instagram logo depois de receber a câmera e meu irmão chamou minha atenção para isso, comparando ao som da própria GoPro, que também não sai perfeito quando usada com a capa protetora. A verdade é que essas câmeras esportivas, como o próprio nome sugere, são designadas para o uso em movimento, daí a necessidade da case. Se você estiver em um ambiente fechado, livre de qualquer tipo de movimentação, dá para usar a câmera sem a proteção e o som vai sair perfeito.

Teste de imagem embaixo d’água.

Preço + cartão de memória:

Comprei a minha câmera nas Americanas.com por R$ 250 e frete a R$ 10 (algumas semanas depois que eu comprei ela estava um pouco mais barata, mas no momento em que escrevo esse post, ela não está mais disponível na própria loja, apenas em lojas parceiras. Dá uma conferida aqui pra acompanhar). O cartão de memória não vem junto com a câmera, e na hora de comprar é imprescindível observar se o cartão é do tipo “Classe 10” para usar bem o recurso de full HD. Comprei um de 32GB da marca SanDisk na Kalunga, e custou R$ 90. Existem outros mais em conta, mas não recomendo comprar um com menos de 16GB. O de 32GB supriu bem a minha necessidade, e eu fiz vários vídeos. Além do mais, o tipo do cartão é SanDisk Ultra, e vi que tem um mais top do tipo Extreme, cuja diferença é a velocidade. Pela diferença de preço e pela minha real necessidade, não achei que valesse a pena investir no Extreme.

Embalagem do cartão de memória. Ao comprar, observe se é “classe 10”.

Navcity NG100 x Navcity NG100B:

Parece mas não é! Enquanto pesquisava a câmera vi que o preço da Navcity NG100B era muito mais em conta do que a NG100, mas foi só ler vários relatos de usuários da NG100B para desistir da ideia de comprá-la. Não testei as duas para falar com propriedade sobre o assunto, mas segundo a opinião do pessoal que testou, é um barato que sai caro. No canal de Eric Carneiro tem um vídeo curtinho e uma explicação bacana fazendo um comparativo entre a Navcity NG100 e a NG100B.

Acessórios:

O que não falta para as câmeras esportivas são acessórios, e ao ler sobre cada um deles eu achava que precisava ter todos! A verdade é que, a menos que você realmente tenha muitas atividades para filmar/fotografar ou tenha um estilo de vida aventureiro, você não precisa do bastão flutuante, do suporte para a cabeça, do colete e nem de todos os tripés disponíveis no mercado. Acabei optando pelo suporte para mão tipo luva, que tem um giro de 360º e fica bem firme na mão (mesmo meu braço sendo fino, deu pra usar numa boa). Comprei em uma loja aqui em Recife por quase R$ 60, mas já vi que tem no Walmart por R$ 40,00.

Balanço geral:

É a melhor câmera esportiva do mercado? Possivelmente não. Não testei nenhuma outra para poder comparar e afirmar com precisão, mas colocando na balança o preço, os recursos, a compatibilidade com outros equipamentos e acessórios e o resultado das fotos e vídeos, acho que a Navcity NG100 é uma boa opção. 

Falei aqui no post sobre as dúvidas que eu tive antes e depois da compra, se algo não ficou claro ou se você ainda estiver com dúvidas, joga a questão aí na roda que tento responder ou pedir ajuda aos universitários.

Cidade Colorir no RioMar

Tintas e pincéis vão divertir a meninada no RioMar. O Cidade Colorir – uma cidade cenográfica com cerca de 500m² e módulos de 1,5m de altura – acaba de chegar ao shopping, onde crianças de até 12 anos poderão colorir o cenário utilizando pincéis, tintas e aventais, explorando a criatividade, pintando, inclusive, cenários da cidade do Recife.

A proposta do Cidade Colorir é de quebrar a rotina do livro convencional de colorir e materializar, em um espaço real, uma cidade para que os pequenos possam soltar a imaginação através das cores. A atividade também será uma oportunidade para os pais observarem as pinturas dos seus filhos, que irão demonstrar traços da personalidade e criatividade de cada um. Além do cenário de uma grande cidade, estarão estampados no evento os grandes casarões da Rua da Aurora, um dos principais cartões-postais do Recife, em homenagem ao aniversário da cidade comemorado neste mês de março.

O evento conta com um time de arte-educadores e instrutores para guiar as crianças pela estrutura. Após o acesso ao evento, cada participante recebe um kit que inclui avental e seis copinhos biodegradáveis recarregáveis preenchidos com seis cores-base de tinta guache atóxica. As crianças ainda podem aprender sobre os resultados da mistura de cores e uso das esponjas e rolinhos espalhados pelo local. O Cidade Colorir também vai usar o mínimo de água possível, higienizando mãos e pincéis com o uso de álcool em gel e toalhas umedecidas.

Para ter acesso ao Cidade Colorir é necessário adquirir o ingresso para crianças a partir dos 2 anos por R$20 para brincar por 30 minutos (ingresso individual por criança). Os pais ou responsáveis acompanhantes de crianças a partir dos 2 anos também deverão adquirir ingresso, porém, no valor de R$10 por 30 minutos. Crianças entre 0 e 1 ano e 11 meses não pagam para entrar – porém o acompanhante destas crianças nesta faixa etária pagam o ingresso no valor de R$20 por 30 minutos. O ingresso dá direito ao kit de tintas, pincel e avental.

 

Mapa-múndi infantil

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Mesmo antes de Luca nascer eu já procurava objetos decorativos de viagem {quem lembra do enfeite de porta da maternidade/quarto?}, e de lá pra cá, sempre que vejo algo ligado ao tema já fico louca pra comprar. O quarto dele é muito pequeno, então não dá para fazer nenhuma extravagância sob o risco de não ter onde colocar. Futuramente pode até ser que Hulk, o Buzz Lightyear e o Homem de Ferro saiam para dar lugar a um globo bem bacana na prateleira, mas por enquanto a vez é dos bonecos mesmo.

Dia desses procurando um mapa-múndi para colocar na nossa sala, acabei encontrando uns muito fofinhos para quarto de crianças no AliExpress por cerca de USD 6.00 e frete grátis. Por menos de R$ 20,00 valia a pena pedir e correr o risco de não receber, porque aqui no Brasil um adesivo de parede não é muito barato.

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O adesivo não é inteiro, são várias peças separadas numa folha. Assim é muito melhor, porque dá para montar de acordo com o espaço disponível. Um desses adesivos é do mapa inteiro numa versão pequenininha (no canto esquerdo superior da foto acima dá para ver!), que serve como uma “cola” na hora de montar para ver o posicionamento certinho de cada uma das peças.

É um pouco trabalhoso, mas não difícil. O maior problema que enfrentei foram as temidas bolinhas nas peças maiores, porque como os mapas têm um formato irregular, fica mais chatinho de colar certo. Minha dica é usar uma régua na hora de aplicar. E outra dica talvez ainda mais importante: se você tiver filhos pequenos, faça sem as crianças por perto. Aproveitei a hora de Luca na escola, porque teria sido uma lambança ele querendo tirar todos os adesivos da cartela e colar no guarda-roupa sozinho.

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Além de dar uma vida ao quarto, o mapa é legal para ensinar às crianças sobre os lugares e os animais. Ainda não viajamos com Luca para fora do país para apontar no adesivo os lugares que fomos, mas ele já sabe que mora “perto da arara e da baleia”.

A minha compra chegou com menos de dois meses. Quem compra na China ou em outros sites gringos sabe que essas comprinhas tendem a levar um tempo para chegar, dessa vez até achei um tempo razoável. Comprei através desse anúncio, mas quem quiser ver outros modelos basta procurar “kids world map” (presta atenção nos adesivos com caracteres em chinês!).

 

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