Oxente Menina

Foto 3×4 de bebê

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A espera para fazer o CPF de Luca pareceu moleza diante da saga para tirar uma foto 3×4 decente. Num estúdio fotográfico os funcionários estão acostumados a lidar com bebês, certo? Nem sempre. Não quando se trata de uma criança que não senta nem a pau naquele banquinho e fica quietinha olhando para a cara do tio com a câmera. E olha que Luca não é daquelas crianças endiabradas que não param quietas, ele… bem, ele só não curte essas pausas de 1 minuto de silêncio.

Com a tentativa de tirar foto no estúdio frustrada, corri para a internet para saber quais eram as dicas infalíveis que as outras mamães tinham para dar. Mandei a babá molhar o cabelo do menino para baixar a juba, o vestimos com uma camisa de botão para parecer uma pessoa séria e educada nas fotos, e partimos para as dicas:

1) Tirar foto do bebê deitado no berço. As fotos 3×4 precisam ter fundo branco, disso todo mundo já sabe. Cobrir o colchão com o lençol na cor foi a parte fácil desse processo de tentar tirar uma foto 3×4. E a única! Coloquei Luca no berço e a tentativa de deixá-lo deitado quietinho enquanto eu tirava uma foto boa foi tão simples quanto trocar uma fralda de cocô de um bebê que está morrendo de fome. Entenderam que a criança não parava quieta, né? A minha tentativa foi tirar com o iPhone, porque a Canon por ser grande acaba dispersando a atenção dele para a câmera. Bom, mas nem com iPhone nem com câmera a foto no berço rolou. Quem tiver um bebê que fica quietinho pode fazer essa tentativa.

2) Aham, Luca, senta lá! Deitado não deu certo, sentado era uma esperança. Coloquei a criança sentada na cadeirinha e comecei a cantar a música de Dora, a Aventureira e a fazer dancinhas para ver se meu filho, meu amado filho, ficava quietinho e me dava um click legal para a foto 3×4. Não rolou. Primeiro ele cantou junto e quis dançar também {o apelido de #LucaFolia não é à tôa!}, depois ele chorou para sair. Num determinado momento eu nem estava mais preocupada se não havia fundo branco na cadeirinha, se eu conseguisse a foto dava uma ajeitadinha no photoshop, mas ele realmente não colaborou.

3) Fundo branco atrás. Em pé, sentado, deitado, de cabeça pra baixo, eu só queria uma foto com o infeliz do fundo branco atrás. Luca pulou, dançou, fez careta, fez graça… só não fez uma cara boa pra foto 3×4.

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E aí quando eu já estava quase desistindo sentei no chão para brincar com ele, coloquei a câmera em cima do sofá e Luca – tcharammmm! – ficou quieto. Não quieto-quieto, sabe? Mas quieto o suficiente para tirar uma foto “três-por-quatrável”, ainda que nessa altura do campeonato o cabelo que havia sido molhado e penteado com tanto carinho já estivesse bagunçado. Quando consegui o click acendi uma vela para o Santo Protetor das Fotos 3×4 Bonitas para que ele me iluminasse e não fizesse minha mão tremer na hora de ajustar a imagem no photoshop.

Perfeita não ficou, mas ficou passável. No dia de fazer o RG ainda fiquei apreensiva esperando que a mocinha viesse falar “Olha, mãezinha, essa foto não pode ser usada na identidade do seu bebê não”. mas graças a Deus passamos incólumes pelo processo. Uhu, três pulinhos de alegria!

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Existe um editor de imagem gratuito chamado Foto 3×4 que monta a imagem num fundo branco. Como eu editei no photoshop, eu achei melhor montar numa folha 10×15 {pode ser no photoshop, no Corel ou no editor que você costuma usar} e mandar imprimir como fotografia normal. O bom é que para esse tipo de impressão o valor aqui em Recife é aproximadamente R$ 1,30 para a foto sair na hora, e para tirar foto 3×4 no estúdio e receber essas mesmas oito fotos custa em média R$ 18,00. Depois de tanto trabalho, a economia era o mínimo que eu podia receber em troca, né? Hahaha.

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Personalizados do Pequeno Príncipe

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O papo sobre o aniversário de Luca está rendendo, hein?! É que foram tantos preparativos, que seria até pecado não falar de tudo. Como eu tinha comentado antes, sou daquelas mães de seriado americano que adoram botar a mão na massa, ou melhor, na tesoura, papel e cola, e me jogo de verdade nos personalizados.

Apesar de gostar da parte gráfica, meu talento para desenhar é abaixo de zero {nem boneco de palitinho eu desenho bem!}, por isso o principezinho que apareceu no convite, nas lancheiras e nos toppers eu pedi a uma ilustradora para fazer. Quem fez foi Kika Esteves, e além dela ter deixado como eu imaginei, ainda é uma arte exclusiva.

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A arte dos toppers dos cupcakes e dos docinhos fiz mescladas com papel de scrapbook. Para não ficar tudo muito igual, já que o príncipe seria o mesmo para tudo, escolhi papéis diferentes, sendo alguns estampados e outros lisos. Para o fundo da arte digital, também optei por fazer diferente. Nas lancheiras, por exemplo, escolhi uma nuance mais clara de azul, no livrinho de colorir usei mais amarelo, e nos potinhos de jujuba usei o azul mais escuro com toques de vermelho.

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Os bombons enrolados no tecido eram Sonho de Valsa. O tamanho dele para embalar no tecido é o ideal ao meu ver, porque se colocasse uma trufa ia ficar muito grande, e docinho muito pequeno. Para o tecido azul-bebê e o amarelo eu usei oxford, o xadrez azul {e o xadrez vermelho da tampa do potinho de jujuba} é anarruga, e o vermelho de bolinha eu não lembro o nome.

Dessa vez optei por não fazer caixetas de docinhos personalizadas, comprei todas prontas nas cores do tema e nas azuis lisas colei umas estrelinhas amarelas.

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Uma das coisas mais trabalhosas e que causaram mais impacto na mesa foram os tubetes de aviãozinho.  Usei papel de scrapbook liso para fazer a asa e a hélice do avião, e no bico um botãozinho ouro velho para dar um charme.

Os baús da primeira foto também deixaram a mesa mais divertida. Comprei os baús no centrão e enchi de tule, colocando por cima um chocolate Bis enrolado no papel personalizado. Desses acabei não fazendo muitos, mas soube que teve criança chateada porque não levou um bauzinho pra casa {Alô, Vivis! Próximo ano Bia pega, kkkkkkk}.

A cúpula com a rosa e a Torre Eiffel não são peças da decoradora não, são minhas. Quer dizer, a cúpula era de um relógio antigão que tinha na casa dos meus pais e minha mãe achou que ia ficar lindo com a rosa que ela comprou em Brasília {mais a cara do tema da festa, impossível}. A Torre Eiffel, usada também na festa de aniversário da sogra, trouxemos da nossa lua-de-mel em Paris.

A festinha por si só já foi uma alegria para mim, e receber elogios dos convidados falando que estava tudo lindo foi gratificante. Ah, e os docinhos feitos por vovó Laís estavam deliciosos!

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Avião da Hello Kitty

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Toda a fofura da Hello Kitty, a gatinha mais famosa do mundo, pode ser vista no ar. A taiwanesa Eva Air possui em sua frota de aeronaves uma que é, no mínimo, a mais cute do mundo. A Hello Kitty e outros personagens da Sanrio enfeitam o exterior da aeronave, mas a decoração não se restringe a isso.

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Na verdade, nada deixará o passageiro esquecer que está dentro desse avião especial. A começar pelas aeromoças devidamente uniformizadas com o padrão Hello Kitty de cor-de-rosa, passando pelas almofadas e acessórios devidamente personalizados no tema da gatinha, até – acreditem! – o serviço de bordo. Sim, os personagens da Sanrio também estão presentes na comida.

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Os vôos da Hello Kitty com a Eva Air operam entre Taipei e outras cidades aisáticas, mas recentemente, no final de outubro desse ano, a companhia passou a operar também com a rota Taipei – Paris, entrando com a fofa gatinha em território europeu. O novo trecho faz parte da comemoração dos 40 anos da personagem mais famosa da família Sanrio.

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Alpargatas forever!

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Na moda tudo se reinventa, e os sapatos tipo alpargatas não fogem à regra. Os modelos de lona com solado de corda ganharam força nos anos 1970, basicamente em cores neutras. Nas décadas seguintes outras tonalidades do modelo unissex foram sendo inseridas nas prateleiras, até sua reinvenção com estampas e outros materiais e texturas {as Havaianas, por exemplo, trazem o solado de borracha característico da marca}.

As alpargatas são a versão sem salto das espadrilles. Tal característica as equiparam às sapatilhas, quem tem como um dos aspectos mais fortes o conforto. Assim como as sapatilhas, as alpargatas são quase vulneráveis ao erro quando usadas com looks mais despojados, o que não significa que não possam ser combinadas a looks mais sóbrios, como calça e terninho, por exemplo.

Só sei que com o verão batendo à porta {aqui já invadiu sem bater!} as alpargatas tem tudo para ser hit da temporada combinadas aos shortinhos, saias e looks leves. Façam suas apostas – e escolham as estampas que são a sua cara. Eu curto a clássica de listras, mas acho que quero todas!

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My first mini Melissa

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Mães e futuras-mamães de meninas, preparem-se para enlouquecer. O Clube Melissa criou a primeira Melissa para recém-nascidas {vamos todos juntos: “aaaawwwwnnnnn”}! O modelo lançado é o Ultragirl, um dos mais famosos da marca, lançado ma cor rosa e na numeração única tamanho 15.

O sapatinho, que traz lacinho rosa e botões dourados, tem palmilha confort, cuja característica – como o nome sugere – é o conforto. A Melissa acompanha um livro especial para ser preenchido com informações diversas sobre os primeiros passinhos estilosos das mini melisseiras, e há ainda o Kit Nascimento, que contém enfeite de porta, composto por uma placa e um conjunto com 48 imãs de letras para montar o nome da princesa, e chaveiro ultragirl para pendurar. Outra opção é o Kit Lembrancinha, que integra 20 miniaturas da ultragirl, tags com fita de cetim e saco de tecido personalizado para celebrar a chegada da nova melisseira. Esses itens serão vendidos separadamente.

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Preciso encomendar Beatrice para poder usar essas coisas fofas!

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Aniversário do Pequeno Príncipe: 1 aninho de Luca

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Tanto trabalho e tanto amor colocado numa festinha, e depois que passa, ao ver as fotos do 1º aniversário do meu pequeno – tantos sorrisos! – fico com saudades desse dia e penso como valeu à pena e como foi possível que em um ano o amor por ele só aumentasse.

Luca nasceu no dia 1º de novembro de 2013, Dia de Todos os Santos. A data esse ano caiu num sábado, e desde março/abril já reservamos o salão, mesmo sem saber se faríamos a comemoração. Fizemos! E a festa não foi de um santo, mas foi de um príncipe.

O príncipe criado por Antoine de Saint-Exupéry sofreu algumas mudanças, e o príncipe loirinho que ilustra as páginas de “O Pequeno Príncipe” deram lugar a um príncipe moreninho com 6 dentes, uma esperteza sem tamanho, e um sorriso de tirar o fôlego. O príncipe Luca comemorou seu primeiro ano de vida rodeado de muito amor e com muitos amiguinhos e familiares.

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Fazer festa de um ano não é tarefa simples, especialmente para mim, que sou muito apegada aos detalhes. Eu queria que ficasse tudo lindo, queria poder dar o melhor ao meu filho, mas era preciso pensar na verba disponível. Por isso mesmo que em maio, logo depois do batizado de Luca, comecei a planejar tudo. Comprei o material para a parte dos personalizados que eu mesma ia fazer {vou fazer um post só sobre os personalizados}, pesquisei fornecedores, pesquisei preços, pesquisei, pesquisei e pesquisei. No fim das contas todo o tempo dedicado à pesquisa valeu à pena, porque não tenho reclamação alguma de nenhum dos fornecedores contratados {salvo por alguns pormenores que não chegaram a prejudicar nada da festa}.

Diferente da maioria das festas do Pequeno Príncipe que vi e me serviram como inspiração, cujas cores predominantes eram azul bebê e amarelo, escolhi uma cartela mais colorida, usando também o vermelho e o azul royal. Acho que as cores deram mais vida e o conjunto não ficou parecido com o chá de bebê e o batizado.

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Comemorar o primeiro aniversário de Luca foi especial por várias razões. Celebrar a vida num ano de tristes perdas, celebrar a alegria e a inocência de uma criança que a cada dia faz novas descobertas, e descobrir que fazer coisas que dão prazer são 1000 vezes melhores quando feitas para quem amamos.

Fornecedores: Decoração: Mãos Encantadas | Fotografia: Mônica Paiva | Lancheiras: Plast Stamp | Bolo: Vânia Elihimas | Doces modelados: Carla Estanislau | Docinhos: vovó de Luca | Personalizados: mamãe de Luca | Roupa do Pequeno Príncipe: Dupla Facce | Coroa de feltro: Raquel Nascimento | Nome em MDF: Viviane Albuquerque | Arte gráfica: mamãe de Luca | Recreação e brinquedos: Carla Molekada

 
Quem quiser o contato de algum dos fornecedores, pode deixar comentário aqui mesmo ou entrar em contato comigo.

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Maquiagem para a festa de 1 ano de Luca

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Em meio aos preparativos {e às despesas} para o primeiro aninho de Luca, dei um recado ao meu marido: Separa a verba para cabelo e maquiagem, porque não vou fazer sozinha de jeito nenhum! A festa do Oxente Baby foi no salão de festas do nosso prédio mesmo, então para mim o ideal seria chamar uma maquiadora e uma cabeleireira que pudessem me atender em casa.

Para a maquiagem, quem veio me atender foi  Sarah Cadosh, que eu só conhecia pela blogosfera e pelo Facebook. Deixei Sarah à vontade para usar o que achasse que ficaria bom em mim, contanto que ficasse um olho expressivo e não destoasse da minha roupa. Para explicar melhor, pedi a ela que fizesse um guest post pro Oxente com todos os detalhes.

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Meu nome é Sarah Cadosh, sou blogueira e maquiadora profissional. Sou leitora aqui do O! há muitos anos e sempre admirei bastante o trabalho da Analú, então imaginem a minha felicidade e orgulho quando ela me contratou para assinar a make dela no aniversário de 1 aninho de Luca!

Ana me mostrou a roupa e disse que queria fazer um olho bem marcado, do jeito que ela gosta. Pensando nisso, resolvi fazer um smokey eye, porém fugindo do batido olho preto ou dos tons de cinza e marrom puro. Optei por usar uma base escura (jumbo da Nyx na cor Black Bean) para evidenciar o efeito de um pigmento lindo e duochrome da Yes!.

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O pigmento é bem metálico e muda de marrom para turquesa dependendo da iluminação. A dimensão nos olhos ficou por conta de tons escuros de marrom e a cor de transição para que o esfumado ficasse perfeito. Optei por um tom quente de pêssego para contrastar com os tons frios de marrom e turquesa que predominaram na pálpebra.

O lacrimal iluminei com o pigmento Vanilla da Mac, pra abrir bem o olhar e dar uma aparência descansada e saudável, como todas nós amamos, né não!? Delineado gatinho para levantar o olhar, não poderia faltar, é um charme na maquiagem. A linha d’água Ana optou por usar ao natural, sem lápis; e na linha dos cílios inferiores, esfumadinho marrom e pêssego acompanhando o “padrão” do esfumado superior. Bastante máscara de cílios para valorizar, leve correção nas sobrancelhas… e pronto!

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Na pele, optei por misturar uma base de longa duração com uma mais levinha para ficar no tom exato dela (sempre prefiro misturar bases para o tom, acho que fica mais preciso e não preciso carregar milhares de bases de vários tons, texturas e acabamentos). O corretivo Aninha optou por usar um do acervo pessoal dela, afinal corretivo quando a gente tem um que já amamos fica difícil usar outro. Selei o corretivo com um pó translúcido e bem fininho, o Prep+Prime da MAC, porque evita que o corretivo craquele ou derreta ao longo do dia sem deixar uma aparência pesada. E o resto do rosto selei com um pó da NYX que tem uma boa cobertura, mas o acabamento não fica rebocado, sabe? Contornei bem o rosto dela usando o pó Super Natural Sun da Maybelline, que deixa um leve glow de pele saudável, e o contorno na hora das fotos é importantíssimo pro rosto não ficar plano. O blush usei um tom de mauva/ameixa que também deixa um glow bonito, e iluminei bem o rosto com o Soft and Gentle da MAC. O batom foi o Spitfire, da coleção Wonder Woman da MAC, também do acervo pessoal da Analú.

O resultado ficou muito legal! Fugiu do óbvio, mas ficou marcante como foi pedido.

Produtos dos olhos: Primer de olhos da Mary Kay | Jumbo Eyepencil da Nyx cor Black Bean | Pigmento HD da Yes! Cosmetics na cor Bardot | Paleta de 88 cores Warm | Fluidline da MAC na cor Black Track | MAC Pigment  na cor Vanilla | Primer de cílios da Mary Kay | Máscara The Falsies da Maybelline | Máscara 3D Noir do Duda Molinos | Lápis de sobrancelha da Quem disse Berenice? na cor Castanhel

Produtos da pele: Primer da Sephora | Base Superstay da Maybelline na cor Classic Beige Medium + a Dream Liquid Mousse da Maybelline na cor Porcelain Ivory | Corretivo Secret Camouflage da Laura Mercier | Prep+Prime Translucid Finishing Powder da MAC | The Twin Cake da NYX, cor Natural | Super Natural Sun, cor 21 – Golden Sun | MAC Blush na cor Foolery Plum | Mineralize Skin Finish MAC na cor Soft and Gentle

Batom: Spitfire da MAC (Edição Limitada)

 

Adorei a pontualidade, a simpatia e o trabalho de Sarah. Quem precisar de uma maquiadora que atenda em domicílio, ela está recomendadíssima! Para entrar em contato, coloquei o link do blog Sarah Cadosh lá no começo do texto.

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O que me irrita nos blogs {e na blogosfera}

Antes de ser blogueira, sou uma leitora de blogs. Criei o Oxente Menina, além da minha paixão por escrever e compartilhar coisas que gosto, inspirada em alguns blogs muito legais – alguns que nem existem mais. Dizer que hoje em dia sou leitora ávida seria mentira, em parte porque o tempo é curto e às vezes preciso decidir entre ler um blog amigo ou postar no O!, mas a outra parte é que alguns blogs tem tantas coisas que me incomodam, que nem me animo em entrar para ler.

“O que me irrita nos blogs” foi uma sugestão de Diise no grupo Blogosfera + unida para a nossa blogagem coletiva de novembro.

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1. Erros de português

[Respirando beeeeeem fundo]. Sou jornalista, mas não daquelas que se revoltam com o mundo porque os blogueiros supostamente tomaram um lugar que deveria ser só nosso. Não, juro que não implico. Contudo [respirando mais fundo ainda] erros de português me dão nos nervos! Chego a estremecer com coisas que leio, e a lei da atração é tão poderosa que o tanto que penso nisso acaba me atraindo para os erros mais grotescos {alô amigos do Facebook que sempre compartilham ou me marcam nas pérolas!}. Acho – só acho – que quem não sabe a diferença entre “mas” e “mais” não deveria nem criar um blog.

2. Estrelismo

Algumas blogueiras viraram celebridade. Fato. Meu aplauso para elas, que conseguiram conquistar esse espaço através de muito esforço {e talvez de um empurrãozinho da conta bancária do pai}. Com fama ou sem fama, acho estrelismo uma grande ausência de amor próprio, e tenho visto uma leva mais recente de blogueira que só pisa no chão porque a gravidade não permite que elas flutuem. Preguiça gigantesca dessas blogueiras que se acham popstar, ZzZzZzZzzZzZzz.

3. Leitora pentelha

Adoro ler opiniões de outras pessoas, sejam elas iguais ou diferentes da minha, e adoro quando um assunto leva a alguma discussão bem proveitosa, mas leitora pentelha me irrita. É aquele tipo de gente que só comenta para criticar, e as críticas nunca são construtivas, sabem como é? Sorte minha que esse tipo de gente não é muito frequente aqui, mas me irrito por ler comentários pentelhos nos blogs amigos. Sou dessas que tomam as dores dos outros.

4. Código de verificação

Brochante, essa é a palavra. Você entra num blog massa, tem um conteúdo legal e você se enche de amor para fazer aquele comentário, que com certeza irá lhe destacar como uma das pessoas mais especiais do universo. E aí, quando você está pronta para soltar o ar das boas vibrações e fazer desse mundo um lugar melhor…  kuen, o blog pede para você digitar um código de verificação. Clico no X e não comento nunca mais.

5. “Passa lá no meu”

Luto por uma blogosfera mais unida, apoio o coleguismo e a camaradagem entre blogueiras, mas porém contudo however todavia detesto comentários que são pura propaganda. Acontece da pessoa que comenta nem sequer ler o post, ou ainda pior, nem sequer se dar ao trabalho de ver o nome da blogueira. Já fui mais intolerante e apagava esse tipo de comentário sem pensar duas vezes, agora, se eu estiver numa boa lua, acabo deixando. Mas que me irrita, me irrita!

 

Outros posts de amigas blogueiras irritadinhas:

1) As 5 coisas que irritam Diise do Utilidades e Bobagens

2) Deixar leitores no vácuo é uma das coisas que irritam Camis, do Seja Belíssima

3) Você fala “gentchy”, “phyna”, e a língua do “miguxês”? Melhor não se oferecer para ser colaboradora do Beleza F5.

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Estampas fashion na decoração

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É só bater o olho em uma determinada estampa para imediatamente assimilar a um tipo de produto. Quem não pensa nas bolsas da Louis Vuitton ao ver o monograma no fundo marrom? Impossível também não pensar no belíssimo trench coat da Burberry ao ver a estampa bege com o xadrez vermelho e preto. Se estivéssemos falando de marketing, esses seriam ótimos exemplos para citar como cases de sucesso. Mas não vamos falar de marketing. Nem de moda – pelo menos não exatamente.

As famosas e clássicas estampas fashion ultrapassaram os limites da moda e ganharam espaço na decoração. São almofadas, cadeiras, móveis, eletrodomésticos, e tantos outros itens que a criatividade e a ousadia permitem.

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Ano atrás eu torcia para que no nordeste fizesse muito frio só para ter um trench coat da Burberry. Não que eu pudesse comprar {ainda não posso}, mas a elegância da peça – e o calor dessa região – me fizeram desejar a neve.

A icônica marca britânica foi fundada em 1856, oferecendo roupas e acessórios de luxo. O padrão da Burberry está em jogos de cama, almofadas, jogos de jantar, e até na fachada de uma casa. A arte é obra do artista norueguês Jens Warner que transformou um antigo banheiro público em sua casa para reunir pessoas de mente criativa como a dele.

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Pied-de-pule significa “pé de galinha”, um entrançado xadrez pequeno que lembra a pegada da ave. Embora não seja uma marca, a estampa – anteriormente restrita ao guarda-roupa masculino – ganhou força ao ser introduzida no mundo fashion feminino por Coco Chanel, usando a padronagem em seu clássico tailleur.

Por se tratar de uma estampa bicolor, sendo o mais tradicional o clássico preto e branco, a estampa torna os itens que a carregam fáceis de combinar. Assim, é possível manter um ambiente tradicionalmente preto e branco ou ousar misturando a padronagem a cores mais vibrantes.

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A estampa chevron, essas linhas em zigue-zague, não são uma exclusividade da grife italiana, mas foi através do design colorido das linhas de tricô da Missoni que a padronagem ganhou força no mundo da moda. Não restrita apenas às roupas, a grife detém a vertente da Missoni Home, especializada em produtos para a casa.

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Ah, “Luí Vitão”, quem nunca viu sua bolsa fake nas mãos de alguma perua nas ruas? Fake ou não, mesmo sem o monograma as suas cores e design são fáceis de identificar. A admiração pela marca vai além da aquisição de uma bolsa. Existe uma casa com a fachada nas cores e símbolo da grife LV, e achando pouco, alguém resolveu transformar o banheiro numa peça exclusiva. {Particularmente, prefiro a decoração com as malas e baús…}

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Mondrian não é uma marca fashion, Pieter Mondrian foi um pintor modernista holandês, fundador do neoplasticismo, que criou a pintura composta por linhas pretas e cores primárias. A representação fashion da obra “Composição com vermelho, amarelo e azul” de Mondrian foi traduzida por Yves Saint Laurent em 1965, tendo seu vestido tubinho confeccionado em jersey e usado por milhares de pessoas graças à sua representação do modernismo, ainda que alheias ao trabalho de Piet Mondrian. Em 2011, o icônico vestido foi leiloado em Londres pela bagatela de 35 mil euros.

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Primeira consulta ao dentista

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Para tudo existe uma primeira vez. Certas coisas, quanto mais cedo acostumar, melhor. Assim foi com a primeira consulta de Luca ao dentista.

Na nossa última ida à pediatra, a última antes de Luca fazer 1 aninho, Dra. Fátima nos orientou a procurar um odontopediatra para ver se estava tudo OK com a dentição do gordo. Escolhemos Dra. Ana Patrícia Oliveira, que é na verdade ortodontista e cirurgiã bucal, e já me acompanha desde 2007. Dra. Patrícia também atende crianças em seu consultório, e embora a odontopediatria não seja sua especialidade, já atende crianças há anos e possui vasto conhecimento na área.

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No consultório o bebê é atendido na cadeira sentado no colinho da mãe ou do responsável que o estiver acompanhando, dessa forma a criança se sente mais segura e não fica solta sozinha naquela cadeira gigante e assustadora. Um artifício usado por Dra. Patrícia {e acredito eu que por outros odontopediatras também} é apresentar um boneco ou bichinho com dentes, e fazer a criança brincar escovando os dentes do brinquedo. O “Tchutchucão”, nosso brinquedo-cobaia, caiu tanto nas graças de Luca que ele não só ajudou a doutora a escovar os dentinhos do animal, como também deixou que ela nos demonstrasse numa boa a maneira correta de escovar os dentinhos dele. Levamos a própria escova e pasta de Luca, para que ele não estranhasse os produtos.

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Uma das principais orientações passadas por Dra. Patrícia foi a de levar o bebê ao dentista no primeiro ano de vida, mesmo sem nenhum problema aparente. Segundo ela, essa é uma forma de acostumar a criança sem traumas {imagina deixar para levar a criança ao dentista pela primeira vez na hora de extrair um dente?!}. O recomendado é que retorne a cada seis meses, e, assim como a higiene bucal dos adultos, deve-se escovar os dentes sempre após as refeições.

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Em nenhum momento o OxenteBaby chorou ou reclamou por ter que abrir a boca para escovar os dentes ou aplicar flúor. Agora é manter os dentinhos limpos e saudáveis para evitar ou minimizar problemas futuros.

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