Oxente Menina - Página 6

Batons líquidos nude metálicos Quem Disse, Berenice?

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Prepara o bolso, que a quem disse, berenice? está aumentando a família dos batons líquidos (aqueles que a gente adora!). Dessa vez a marca uniu o efeito metálico com a textura matte, que intensifica a cor deixando os lábios sequinhos

A Berê traz a novidade para a cartela da marca em quatro tons de nude: marronluz, cobreluz, nudeluz e coraluz – um nude para cada tom de pele!

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Ainda não usei nenhum dos batons líquidos metálicos da marca, mas eles me fizeram lembrar do Volúpia, da Mais Vaidosa, que mostrei aqui ano passado. Se eu conheço bem a QDB (considerando que no meu top 5 de batons, três são da marca), as cores vão fazer bonito tanto na pigmentação quanto na duração. 

Os nude metálicos chegam às lojas a partir do dia 9 de janeiro, R$ 35,90 cada.

Aquário Natal

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Já faz mais de 10 anos que saí de Natal para morar em Recife, e é mais do que normal que eu não conheça mais cada canto da cidade como costumava conhecer. Mas foi uma grande surpresa, um belo dia lendo as postagens de um grupo de viagens no Facebook, saber que em Natal tinha um aquário “super legal”, de acordo com as palavras da pessoa que visitou. A gente precisava conhecer!

E não deu outra. Assim que a oportunidade surgiu, juntei Luca e os sobrinhos para visitar o Aquário Natal, na Redinha, uma praia que fica a menos de 10 km da capital potiguar. Falando em distância, o acesso é muito fácil pela ponte Newton Navarro, e o trajeto pelas praias urbanas da cidade e a travessia da ponte deixam o passeio ainda mais interessante e bonito.

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Tivemos um pequeno problema na entrada porque os meus sobrinhos esqueceram de levar a carteira de estudante e o estabelecimento foi inflexível em liberar a meia-entrada, mesmo eles estando munidos do RG e sendo óbvio que eram duas crianças em idade escolar. Como regras são regras, pagamos o ingresso cheio dos dois e não deixamos que isso estragasse o nosso passeio.

Chegamos por volta das 15:30 e tivemos tempo suficiente para conhecer o local, que fecha às 17:00. Apesar de pequeno, o espaço é bem organizado. Logo na entrada um dos monitores se prontificou a nos explicar sobre cada animal, mas precisamos deixar as explicações de lado e seguir solo porque Luca não parava de correr de um lado para o outro. Mesmo sem auxílio, cada aquário traz uma placa ao lado mostrando o nome, a espécie do animal e algumas informações para nortear os visitantes.

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São mais de 60 espécies no maior aquário do Nordeste. Para quem pensa que o passeio se resume aos animais aquáticos (peixes de várias espécies, tartarugas, jacarés, cavalos-marinhos, pinguins, etc.), o local ainda possui uma área nova que abriga avestruzes, lagartos, hipopótamo, raposa, macacos e até uma jaguatirica.

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A atração que mais conquistou o grupo foi o tubarão que fica num tanque acessível ao toque pelos visitantes. Segundo a monitora que estava orientando os visitantes, o tubarão-lixa é uma das espécies mais dóceis e só possuem dentes na parte de trás da boca, por isso a possibilidade de tocá-lo. A moça orientou, no entanto, que eles só devem ser tocados quando estiverem parados, do contrário podem confundir a mão do visitante com os alimentos. Fiz um vídeo curtinho dos tubarões-lixa e das tartarugas que ficam em um dos aquários.

Os ingressos para o Aquário Natal custam R$ 25 (inteira) e R$ 12,50 (meia-entrada – imprescindível levar a carteira de estudante ou algum comprovante, como o boleto da última mensalidade ou o comprovante de matrícula). Está localizado na Avenida Litorânea, 1091, Praia da Redinha.

Uma dica para quem quiser visitar o Aquário Natal e passear pelas praias do litoral norte, recomendo parar nas barracas da Redinha para comer a famosa combinação “ginga com tapioca”. Ginga é um peixe bem pequenininho, e quando frito fica delicioso! Experimentem e depois me digam o que acharam. :)

2017 do desapego

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Então é isso. Enfim damos nosso adeus a 2016 e as boas vindas a 2017. Como em cada início de ciclo, nos enchemos desse sentimento de esperança, de boas expectativas, da perspectiva de realização de sonhos. Não é preciso esperar o ano acabar para fazer promessas e nem para fazer uma limpeza interna – aquela de se conhecer mais, de entender (e se permitir sentir) os próprios sentimentos, e botar para fora tudo o que é descartável – mas a transição de um ano para o outro traz aquela sensação de ponto final para o início de um novo capítulo. Se não tanto, pelo menos de reticências… Uma pequena pausa para um novo início.

2017 chega com um sentimento de desapego. Um desapego sem expectativas, sem pressão, sem cobranças, como eu, particularmente, não sentia há tempos. Esse sentimento, que começou sutilmente ainda em 2016, tornou-se tão intenso que desapeguei até do blog. Acabou a preocupação por não postar, de escrever algo que alguém pudesse discordar, de desagradar anunciantes com um tema inapropriado aos olhos deles, de não vestir a roupa que é tendência, de não escrever um texto polêmico porque o tema está em alta. De não fazer nada que eu não estivesse realmente a fim de fazer. Não fiz, não me culpo, vida que segue.

Desapaguei da ideia de que para ser blogueira preciso ter mais de 500k de seguidores nas redes sociais. Desapaguei da ideia de ter que comprar um monte de coisas para poder mostrar no blog com a intenção de conquistar a atenção de uma empresa que possa, quem sabe, um dia me mandar um “mimo”. Desapeguei da necessidade de ver e ter que me inspirar em fazer uma superprodução para postar uma foto que nem mostra de verdade a minha vida. Aliás, essa vida montada e fictícia que as pessoas insistem em mostrar me cansou num grau mais profundo. Unfollow. Sem ressentimentos.

Desapeguei de vez da ideia do “tem que ter” (que na verdade nunca alimentei). Não comprei uma roupa nova para o Natal, usei um vestido que havia comprado para um evento há mais de dois anos. Não comprei uma roupa nova para o réveillon, usei uma roupa que coloquei na mala sem nem saber se ia caber em mim. Virei o ano de roupa velha. Não morri. Ninguém pareceu se importar, assim como não me importei com o que os outros estavam vestindo. Não teria feito a menor diferença se eu tivesse usado um pijama surrado ou um vestido do preço de um carro. E se alguém tivesse se importado ou criticado, também não teria feito diferença alguma.

O peso que as circunstâncias da vida traz nem sempre são contornados facilmente. Perrengues acontecem. Conflitos acontecem. Mas podemos escolher levar uma vida com mais leveza, sem a preocupação de ter que agradar ninguém além de si mesmo. De entender que a essência reflete muito mais na beleza do que plásticas e roupas caras. Que a gente consiga compreender o clichê de que – sim! – felicidade vem de dentro. Que 2017 seja de mais desapegos, mais leveza, mais felicidade e de muitos sonhos realizados.

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