Oxente Menina - Página 7

5 razões para não ter filhos

As pessoas acham estranho quando eu digo que não há nada de anormal na decisão das mulheres que decidem não ter filhos. E não falo da boca para fora, eu realmente acho uma decisão sensata, ainda que eu não compartilhe da mesma escolha delas. Se tem uma coisa que eu defendo nessa vida é que o ideal de felicidade não é o mesmo para todo mundo, e essas frases prontas do tipo “Quem não tem filhos vai ficar só na velhice”, “Uma mulher só se realiza sendo mãe”, “Aos 30 você vai querer engravidar” são uma bobagem! (Eu poderia até contra-argumentar cada uma dessas frases, mas vamos deixar isso para uma próxima oportunidade).

A maternidade é uma das coisas que mais me realizam como pessoa. Luca trouxe uma luz para a minha vida que não sou capaz de descrever, e até hoje, ele com quase 4 anos, fico com os olhos marejados ao observá-lo dormindo, pensando em como sou abençoada por ter essa criança tão linda ao meu lado. Mas reitero: esse é o meu ideal de felicidade, não precisa ser o seu. Da mesma forma que alguém se realiza sendo CEO de uma grande empresa e alcança o ápice da felicidade desempenhando esse papel, eu não consigo me imaginar nesse lugar. Pessoas diferentes, ambições diferentes, realizações diferentes. Tão simples entender que a vida não é uma receita de bolo, não?

“Eu entendo que nem toda mulher sonha em ser mãe e respeito a decisão de quem não deseja ter filhos, mas eu lamento por essas pessoas que nunca vão saber como é receber um abraço e um beijo gostoso de um filho.” Foto e legenda do meu Instagram pessoal de algumas semanas atrás.

Para ser mãe é preciso ter o instinto maternal, e isso deveria ser o bastante para justificar o arbítrio de procriar ou não, mas há sempre alguém enumerando argumentos na tentativa de convencer uma mulher a querer ser mãe. Indo na contramão, listo aqui cinco razões para não ter filhos. Minha intenção não é assustar e nem fazer quem sonha em ser mãe desistir da maternidade (seria, no mínimo, contraditório de minha parte!), mas sim mostrar que nem tudo são flores.

1. Eles adoecem. Nada mais óbvio, afinal todo mundo adoece. Mas quando é o seu filho que está doente, o mundo desaba. Uma das coisas mais loucas acontece quando uma criança está debilitada: por maior que seja o seu sono e a sua exaustão, aquela sensação de que a qualquer momento você vai sucumbir e desmoronar, as mães estranhamente conseguem ficar alertas, como se tivesse algum tipo de droga se espalhando pelo corpo, comandando o cérebro e dizendo “Não fecha os olhos. Põe o termômetro no menino de novo”.

2. Adeus, comprinhas! Ir no shopping comprar um sapato novo? Nem pensar. E aquele vestido que estava na vitrine semana passada? Já era! A menos que a sua condição financeira seja muito boa e você possa ter tudo, a realidade é que as coisas para a criança sempre vão vir em primeiro lugar. Sem falar naquele sentimento de culpa quando você compra uma calça jeans nova e lembra que deveria ter priorizado a vacina do seu filho.

3. Seu sono nunca mais será tão tranquilo. Nos primeiros meses de vida do bebê a rotina fica uma loucura mesmo, mas por volta do quarto ou quinto mês as coisas vão voltando à normalidade. A verdade é que, mesmo com a rotina do sono regulada, o sono de uma mãe dificilmente volta a ter a mesma paz que tinha na época de uma vida sem filhos. (Só agora, que sou mãe, consigo compreender porque a minha mãe sempre pedia para eu acordá-la quando chegasse em casa depois da balada para avisar que estava tudo bem).

4. A casa vai ficar bagunçada por muito tempo. Esmero é uma coisa que não existe em casas com crianças. E não importa quantas vezes por semana a faxineira vai na sua residência, no dia seguinte sua sala vai estar parecendo que um furacão subiu os nove degraus de escada, abriu a porta sem bater e fez uma zona apenas no seu apartamento.

5. A responsabilidade é sua. Da mãe e do pai da criança, por via de regra. Mas o ponto que quero chamar atenção é que, com a maternidade, a expectativa de “living la vida loca” fica para trás. Não é a sua mãe quem tem que passar a noite com seu filho porque você está a fim de fazer farrinha com os amigos, não é sua sogra quem tem que levar a criança ao médico porque você quer dormir até mais tarde. Ajuda é bom e todo mundo pode e deve contar com o apoio de familiares em emergências e situações especiais, mas achar que o mundo lhe deve favores porque você está desempenhando o sacrificante papel de ser mãe é fugir completamente do bom senso.

O certo e o errado não existem nesse tipo de decisão. Recentemente li a postagem de uma amiga no Facebook, que sempre defendeu a decisão pessoal de não ter filhos, contando que a ideia de uma possível gravidez a alegrava. Tudo bem mudar de ideia e querer ser mãe. E tudo bem também se você acha que não consegue lidar com as obrigações que vêm no pacote da maternidade. A cada um resta escolher seus referenciais de felicidade e respeitar as decisões alheias – com ou sem filhos.

Os esmaltes nude mais lindos da Risqué

Ando naquela vibe bem clássica em relação às unhas, escolhendo sempre tons de nude ou um bom vermelho. Para quem antes tentava não repetir esmaltes, ultimamente repetir é o que mais tenho feito. Não por falta de opção – e nem por achar que “tons vibrantes não combinam com inverno” – é por escolha mesmo. Sabe criança quando ganha uma roupa nova e quer usar a mesma peça todos os dias? É mais ou menos isso, daí vou revezando as cores a cada semana.

Esses esmaltes da Risqué têm uma cobertura ótima, duas camadas são suficientes para deixar a cor bem uniforme nas unhas. Mas o que mais gosto mesmo na marca é o pincel chato, que facilita bastante na hora de passar. (No post sobre o Turmalina eu já havia declarado o meu amor pelo pincel flat! Dá uma olhada para ver que cor linda).

Falando em cores e voltando o assunto para os nudes, o Ouro Nude (meu favorito!) embora descrito como metálico, tem um brilho perolado puxado para o dourado; o Joia das Águas é cremoso levemente puxado para o cinza; já o Doce Pérola é um cinza clarinho com um tom amarronzado bem sutil (não é aquele cinza puxado pro azul); e, por fim, o Cinza Incerto, que na minha visão-além-do-alcance está mais para marrom do que cinza, é um marrom de fundo acinzentado com sutis brilhos dourados.

Escolhi para essa semana o Joia das Águas. Ao vivo tenho a impressão que ele é menos acinzentado do que parece na foto, uma corzinha mais “café com leite”. Da próxima vez que pintar as unhas vou experimentar usar uma camada do Joia das Águas e o Ouro Nude por cima, acho que vai ficar legal!

Aqui em Recife os esmaltes da Risqué custam entre R$ 3,50 e R$ 6,00.

Mesa com cavalete: meu home-office!

É oficial, agora eu tenho um home-office de verdade! Parece brincadeira, já que há mais de cinco anos trabalho de casa e só agora consegui organizar meu espaço. Até pouco tempo atrás, meu escritório era na mesa da sala, entre a sala da TV onde Luca fica vendo desenho e a cozinha. Imagina a maravilha que era eu conseguir me concentrar para escrever um texto ou fazer uma tradução!

Desde março, quando liberamos umas tralhas que estavam ocupando espaço desnecessariamente, comecei a procurar mesas ou escrivaninhas de escritório. Vasculhei a internet e cheguei até a encontrar umas lindas com preços bons, mas na hora de calcular o frete para Recife, o valor era praticamente o de outra mesa. Sem condições! Nas lojas físicas, as mais baratas que consegui encontrar em tamanho aproximado ao que eu queria custavam cerca de R$ 700, e outras bem mais simples e bem menores na faixa de R$ 400.

Pesquisando os cavaletes avulsos percebi que a minha mesa poderia sair mais em conta, era só comprar a madeira e os acessórios. O primeiro orçamento do tampo que fiz foi com o marceneiro que fez o nosso closet, com a madeira coberta em fórmica (branquinha igual ao closet) e no tamanho 1,60 x 75 cm – o valor ficou em R$ 320. Ainda estava caro para o meu bolso, por isso continuei procurando até encontrar no OLX o Sr. Francisco, um marceneiro aqui de Recife que trabalha com a madeira pinus, e cobrou R$ 80.

Apesar de não ser coberta com fórmica branca, ficou do jeito que eu queria porque a madeira pinus é clarinha. Ela não tem nenhum revestimento, mas é tão lisa que dá até para passar um algodão na mesa sem enganchar. Somando os R$ 80 do tampo de madeira mais os quase R$ 80 de cada cavalete, que comprei na Etna do RioMar, a mesa saiu por menos de R$ 250 e com o exato tamanho que eu queria. Ter uma coisa personalizada no tamanho que você deseja já é uma grande vantagem, e sendo mais barato fica melhor ainda!

Esses cavaletes feitos em tubo de aço costumam ser mais baratos do que os de madeira. O marceneiro que fez o tampo da minha mesa até ofereceu uns feitos no mesmo material, mas acho que os coloridos deixam o ambiente muito mais charmosinho.

Agora sim tenho espaço para espalhar toda a minha bagunça (meus ‘trocentos’ caderninhos, kkkkkkk) sem deixar a entrada da minha casa parecendo um campo de guerra. Sem falar que é muito mais tranquilo trabalhar em um local mais reservado, mesmo com criança dentro de casa, do que na sala.

Abaixo seguem algumas dicas de onde comprar os cavaletes (os valores informados são por unidade, e não para o par, ok?) e o contato do WhatsApp do Sr. Francisco é o (81) 9.8633-3414.

 

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