Gravidez | Blog Oxente Menina

Coisas úteis no enxoval do bebê

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Na gravidez do primeiro filho a gente fica completamente louca com o enxoval, querendo comprar tudo o que vê pela frente, né? Lembro que quando fui fazer a lista de presentes do chá de bebê quando estava grávida de Luca, tudo o que a vendedora me mostrava na lista eu falava que queria, tinha certeza de que precisaria.

Muita coisa não me serviu de nada, outras usei durante um certo tempo, outras uso até hoje (se não as mesmas peças, o mesmo tipo de produto). Uma coisa é certa: se eu vier a ter o segundo filho, com certeza não vou querer metade das coisas que comprei ou que pedimos para Luca. Já outras ainda usamos tanto que, mesmo Luca já tendo dois anos e provavelmente vindo a largar daqui a algum tempo, vou continuar guardando, só por via das dúvidas.

Fiz um vídeo com algumas dessas coisas que não abro mão de jeito nenhum.  A lista é curta e depois lembrei de outras coisas que poderia ter acrescentado, mas deixo o espaço em branco para vocês dizerem o que acrescentam nessa lista (e o que tirariam dela).

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Ringue de mães

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Bicho complicado a tal da mulher. E nem pense que eu vou escrever esse texto me redimindo da culpa das baixarias inerentes ao nosso gênero. Nem me venham com discursos feministas super radicais dizendo que em vez de escrever uma atrocidade dessa eu deveria me unir e defender as mulheres e mães mesmo quando elas estão erradas. Não. Defendo o que eu acho certo, independente de gênero, cor, raça, preferência política ou time de futebol. E me reservo ao meu direito de opinar mesmo quando minha opinião é contrária àquela que você acha que é a única certa.

E se você acha que é um absurdo eu falar que mulher é desunida e adora uma baixaria, pergunta pro teu marido, boy magia, ficante, pai ou irmão se eles pegam briga em grupos do Facebook porque alguém deu a entender que ele é ‘menos pai’ ou porque alguém disse que o look que ele usou ontem não ornou.

Se mulher já é chegada numa discussão acalorada, quando ela é mãe, sai de baixo. Defender a cria é um instinto animal, mas usar a maternidade e o instinto como desculpa para ofensas e radicalismos – me desculpe – é insano. E dessa união eu prefiro não fazer parte.

Não me chame de ‘mãezinha’!

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Flutuando por um grupo no Facebook, num daqueles posts que tem pra lá de 200 comentários, li bem por cima o que uma mãe estava falando: “… porque depois de esperar aquele tempo todo a enfermeira ainda teve a audácia de dizer ‘mãezinha, a senhora precisa se acalmar!’, eu precisei respirar fundo para não rodar a mão na cara dela”. É, esperar em consultório, em hospital, em fila de banco, até em fila de parque de diversões, cansa, estressa. Quando o motivo é referente ao nosso filho, o estresse se multiplica por 10 {acabei de lembrar que já dei escândalo num hospital por causa de um péssimo atendimento, mas isso fica para outro post}. Demorou uns 40 comentários para eu entender que a raiva toda daquela mãe não era apenas pela espera. Na verdade, ela meio que já esperava pelo chá de cadeira, o que a deixou arretada mesmo foi a enfermeira chamá-la de ‘mãezinha’. Depois de ler quarenta e poucos comentários de consternação coletiva, achei melhor sair do grupo.

Eu não vejo nada de mais em ser chamada de mãezinha. Antes de tentar atirar solvente nos meus olhos para fazer minha extensão de cílios cair, respire fundo. Eu entendo que muitas mulheres lutam contra valores deturpados que atribuem inferioridade e fragilidade à mulher, e eu sou completamente contra esse pensamento machista de que a mulher é inferior, só não acho que o termo ‘mãezinha’ me limite como mãe ou mulher. Acho a briga contra o pensamento machista coerente, a briga contra o termo não. Na verdade, das tantas vezes que ouvi ou que fui chamada de ‘mãezinha’ a sequência de frases era sempre envolvida de carinho. De enfermeiras querendo passar no olhar um pouco de conforto ao verem minha apreensão pela injeção que meu filho precisava levar; de equipe médica celebrando antecipadamente o momento em que meu filho chegaria aos meus braços; de desconhecidos atingidos pela aura de luz que uma mulher grávida parece emanar.

Ok, não gostar do termo é um direito seu, mas, por favor, não veja isso com uma coisa negativa. Nem tente dar um hadouken numa senhorinha na rua que não sabe o seu nome e a chamou de mãezinha porque estava prestes a elogiar o seu bebê.

Você TEM que amamentar!

Amamentar é a coisa mais linda desse mundo. Saber que o seu próprio corpo produz o alimento necessário para saciar a fome do seu filho e passar para ele todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento é uma coisa mágica. Defendo a amamentação. Defendo as mulheres que amamentam os filhos até os 3, 4 anos, mesmo sob julgamento ou olhares maldosos. Defendo as mulheres que não se incomodam em mostrar o corpo em lugares públicos em benefício de suas crias. Defendo as mulheres que preferem esconder o seio na hora da amamentação. Defendo as mulheres que não amamentam.

Me espanta saber que mulheres que defendem tanto essa união entre mães sejam incapazes de compreender a dificuldade e a impossibilidade de outras em amamentar [falei sobre amamentação e suas dificuldades no post Mães (im)perfeitas]. Me espanta que, mesmo diante das dificuldades expostas, algumas ainda insistam que todas somos iguais e é fácil para todo mundo tanto quanto é para elas. Bico plano, bico invertido, falta de leite, tentativas frustradas, instabilidade emocional, nada disso é argumento convincente para mães que jorram leite. Ao passo que o incentivo é determinante para o sucesso das mães que tem dificuldades e após algumas (ou várias) tentativas conseguem, falta empatia e sensibilidade para reconhecer quando simplesmente não dá. 

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Deixa que eu escolho por você.

Dê dinheiro, mas não dê liberdade. Assim dizia um velho amigo. Interpretação de texto virou um dos maiores problemas do século, especialmente quando tem gente interpretando a frase “preciso de uma sugestão” como “você tem passe livre para se meter na minha vida e decidir que escolhas eu devo fazer”. 

“Comentei com uma conhecida que estava na dúvida se iria deixar minha filha na escola no ano seguinte porque ela havia tido um desentendimento com uma professora. Essa conhecida tomou a liberdade de nos expor e contar uma versão completamente diferente do que eu tinha falado para a diretora do colégio. Ficou um clima super chato para mim e para a minha filha com a professora e com a diretora. Minha filha acabou pedindo que eu a mudasse de colégio”, conta Tereza*, mãe de uma adolescente de 13 anos.

Comunicar é saber medir as palavras e delimitar até onde você quer que o outro saiba e interfira. “É complicado manter uma conversa com algumas mães que tem filhos da mesma idade do seu”, conta a nutricionista Raquel Teixeira ao complementar que há sempre aquelas que precisam comparar tudo em relação aos filhos e querem convencê-la de que você precisa fazer exatamente igual. “Tudo dela e do filho é melhor. A gravidez foi mais tranquila; o colégio do filho dela é melhor que o do meu; o desenvolvimento da criança é mais satisfatório; as festas da escola do filho dela são mais pomposas. Se eu digo que meu filho já sabe duas palavrinhas em inglês, o dela já é fluente no idioma e ainda forma frases em mandarim”, diverte-se. “E sempre que ela discursa sobre algum feito da família exemplar e genial que ela tem, ela diz que eu deveria fazer o mesmo”.

Esses foram apenas alguns exemplos do maravilhoso mundo competitivo e tempestuoso das mães. Mas calma, nem tudo é tão infernal quanto parece. Quando não estamos na TPM e nem há ninguém pisando nos nossos calos, nós – mães – somos as pessoais mais calorosos, amigas e amorosas desse mundo. 

E se discordar leva porrada! Brincadeira…

* Nome modificado a pedido da entrevistada | Crédito das imagens: Shutterstock

 

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O que pedir no chá de bebê

Um dos meus jobs {sou faz-tudo, lembram?}, para quem não sabe, é papelaria personalizada. Eu diria que 85% das solicitações que recebo são de personalizados para chá de bebê, que eu adoro fazer porque me trazem de volta aquela felicidade que senti ao preparar com tanto amor a festinha de Luca.

Em meio a tanta conversa com as clientes buchudinhas para definir tema, arte e textos, acabo sugerindo ideias que fiz para o chá ou nascimento do gordinho, e nessas conversas eu e as mamães acabamos nos aproximando um pouco. Conversa vai, conversa vem, várias dessas meninas já me perguntaram o que é realmente necessário pedir para os convidados no chá de bebê. Acho que elas me perguntam 1) Porque não faz muito tempo que estive no lugar delas; 2) Porque sou super legal e acessível {hahaha!}; 3) Porque não sou vendedora de loja e não saio dizendo que precisa de um milhão de coisas.

As grávidas sabem do que estou falando. E quem ainda não teve filho mas já acompanhou uma mãe/irmã/prima/amiga numa loja de enxoval de bebê também sabe: eles tentam sugar a nossa alma e tirar o último centavo da conta bancária! Dramas à parte, a lista é grande, e muita coisa é, se não desnecessária, pelo menos exagerada. Tudo bem que os recém-nascidos precisam de todo o cuidado e sujam bastante, mas será mesmo que seu filho precisa de 100 fraldas de pano?

Essa lista não é a do enxoval, ok? O berço e a cômoda, por exemplo, acredito que você terá o bom senso de não pedir no convite que irá entregar a uma colega de trabalho do seu marido. Leve em consideração que para o chá de bebê os presentes são mais acessíveis, os mais caros você pode pedir diretamente aos familiares ou aos padrinhos.

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Algumas considerações:

  • Se você é uma mãe que se recusa a dar chupeta e mamadeira ao seu filho, tem todo o direito de retirar esses itens da lista. Mas sem radicalismos, por favor! Tem mães que não conseguem amamentar. (Eu mesma precisei do bico de silicone, e as mamadeiras sempre foram de grande ajuda).
  • O baby vai nascer em pleno verão? Não há necessidade de pedir 10 bodies de manga comprida.
  • O esterilizador de mamadeiras para microondas para mim foi um dos itens mais desnecessários. Para arrumar era tão trabalhoso, que sempre foi mais fácil colocar tudo na panela ou na leiteira e ferver. Só cuidado para não deixar queimar! Não me orgulho em dizer que perdemos algumas mamadeiras e bicos de silicone dessa forma…
  • Fraldas de pano são boas sim! Mas não precisa de tantas. 20 ou 30 são suficientes.

Gravidez: o que pode e o que não pode

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Posso continuar fazendo exercícios? Se eu dormir de lado vou machucar o bebê? A cervejinha está liberada na gestação? A fase é uma das melhores na vida de uma mulher, porém as dúvidas são proporcionais ao sentimento de amor pleno que uma gestação provoca. Pensando no bem estar das grávidas e nas centenas de dúvidas enfrentadas pelas futuras mamães durante a gestação, o Espaço Gestar, de São Paulo, reuniu algumas dicas sobre o que é e o que não é permitido durante o período da gravidez.

  • Na alimentação é recomendado consumir mais proteínas, ferro, cálcio e vitamina B9 (que diminui as chances do feto nascer com problemas neurológicos), e diminuir os alimentos gordurosos.
  • Nada de parar as atividades físicas! A única restrição fica por conta dos esportes de impacto, que exigem grandes esforços físicos. Vale investir em esportes aquáticos neste período, pois ajudam a melhorar a respiração e a circulação. Mas sempre com a orientação do seu médico.
  • É proibido fumar durante a gestação! Álcool e café também devem ser evitados, pois, se consumidos em excesso, interferem no crescimento do bebê e aumentam a possibilidade de aborto.
  • Não deixe de fazer o pré-natal. O acompanhamento médico é fundamental para evitar complicações durante a gravidez.
  • Alguns cuidados devem ser mantidos após o parto, já que o que as mamães consomem interferem diretamente no leite que produzem, que será alimento do bebê. A sugestão é tomar bastante água e ter uma alimentação balanceada.

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Dúvidas esclarecidas? Todas ainda não. Baseada em perguntas que surgiram através de uma breve pesquisa com futuras-mamães no Facebook, compilei aqui mais algumas questões que foram gentilmente respondidas pelo Dr. Renato de Oliveira, ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, de São Paulo.

Desde que fiquei grávida fica essa controvérsia de poder ou não comer sushi. Por via das dúvidas achei melhor não comer, mas é permitido ou não comer comida crua como sushi e carpaccio na gestação? Daniela Almeida – SP
Durante a gestação é melhor dar preferência aos alimentos cozidos ou assados. O problema dos alimentos crus é o risco de contaminação e suas consequências na formação do bebê. No caso das frutas e saladas, procure lavar bem os alimentos, principalmente aqueles consumidos com cascas ou folhas. Ao consumir alimentos crus, a grávida corre o risco de contrair, principalmente a salmonela e a toxoplasmose. Ao contrair a salmonela (bactéria), os principais sintomas são a diarreia e vômitos severos, dor de cabeça, dor abdominal e febre. O tratamento é feito com antibióticos e reidratação com soro para repor o líquido perdido pelo corpo. Já a toxoplasmose, o parasita é muitas vezes encontrado nas carnes cruas ou mal passadas, verduras mal lavadas e em fezes de gatos, que podem se localizar em bancos de areia. Os sintomas se parecem com uma gripe fraca, o que impede de imaginar que pode ser um problema maior. Quando contraída durante a gravidez, o parasita pode atravessar a placenta e atingir o bebê. Neste caso, a fase em que pode causar mais danos é o primeiro trimestre de gestação.

Sexo durante a gravidez é permitido? Vitória* – SP
Se for uma gravidez normal, sem complicações ou riscos, o sexo é seguro, liberado e recomendado. Vale salientar que, em algumas situações, como a presença de sangramento vaginal inexplicado, placenta de inserção baixa, incompetência istmo cervical, ou seja, o colo do útero que não está muito resistente, não se recomenda a prática de relações sexuais durante a gravidez.

Uma tacinha de vinho ou um copo de cerveja de vez em quando pode? Carol Pereira – PE
Mulheres grávidas não devem consumir álcool em nenhuma dosagem. Não há estudos que determinem a dose mínima de segurança e a bebida alcoólica pode atuar sobre o bebê, uma vez que possui livre passagem pela placenta. Além disso, o fígado fetal, que está em formação, metaboliza duas vezes mais lentamente o álcool ingerido pela mãe, comprometendo, assim, seu desenvolvimento saudável.

Fotos de gestantes viram obras de arte

Lidi Lopez -CI

Ousadia e criatividade dão o tom em ensaios fotográficos de gestantes. Inspirada nos contos de fadas e filmes nórdicos para compor os cenários surrealistas das suas obras de arte, a fotógrafa Lidi Lopez sai do lugar-comum do ensaio tradicional e cria um clima de conto de fadas para as fotos das gestantes.

A composição de imagens faz parte dos novos serviços oferecidos por Lidi. O conceito, segundo a fotógrafa, é à base da composição de elementos, que mescla a foto feita em estúdio com texturas ou outros cenários. “As gravidinhas se empolgaram com a novidade e estão adorando eternizar a gestação através de uma tela de pintura. Elas se transformam em obra de arte”, comemora Lidi.

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Além disso, as mamães que são fãs do filme Frozen já podem contar com mais essa opção de cenário. Uma escadaria linda, encantada e coberta por neve e a carruagem da Cinderela são as novas sensações do estúdio.

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Ao longo deste ano, a artista tem palestras e workshops agendados por todo Brasil. Os primeiros serão em Natal e Blumenau.

Buscando o teste positivo

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Enquanto algumas mulheres já decidiram que filhos não fazem parte dos seus planos e outras engravidam acidentalmente, existe um grupo de pessoas que sonham com o memorável dia de ver as duas listras no teste de gravidez de farmácia. A infertilidade pode soar como uma palavra proibida, um tabu, mas o contratempo atinge mais gente do que imaginamos. Estima-se que 1 a cada 6 casais não conseguem engravidar de modo natural. Desse número, uma parte opta pela adoção, outra parte opta pela barriga de aluguel, uma parcela desiste do sonho, outra, ainda, persiste no desejo da gestação e parte para a reprodução assistida através da fertilização in vitro (FIV).

“Todo mês eu esperava que a menstruação não descesse, eu me enchia de esperança de que naquele mês teríamos a notícia de que estávamos esperando um bebê, e tudo ia por água abaixo quando eu via aquela mancha de sangue me avisando que o meu ciclo havia chegado novamente”. O depoimento é de Alice*, 38, que sonhava com a gravidez desde o segundo ano após o casamento. “Quando percebemos que não ia acontecer, eu e meu marido choramos muito, mas decidimos que seríamos pais qualquer que fosse o jeito”. Adoção foi a primeira alternativa que passou pela cabeça do casal, e a perspectiva os deixou tão entusiasmados que em pouco tempo já haviam buscado e juntado inúmeras informações sobre o processo, inclusive em outros países.

A ideia da fertilização in vitro (FIV) não havia passado pela cabeça do casal, até que durante o processo de coleta de informações sobre adoção uma amiga comentou que um casal conhecido havia optado por essa alternativa e a gestação já estava avançada e os bebês – eram dois – estavam se desenvolvendo bem. “Ouvir falar em qualquer tipo de medicina reprodutiva nos fazia pensar no quanto éramos incapazes de conceber um filho”, conta Alice, que passou ainda um período de dois anos fazendo terapia para, dentre outros transtornos, demover a ideia de que não era boa o suficiente para ser mãe. “Só quando a minha amiga comentou, alguns meses depois, que os bebês haviam nascido, foi que a ideia começou a martelar na minha cabeça. No mesmo dia conversei com meu marido, e lembro como se fosse ontem dele dizendo ‘ei, isso pode dar certo'”!

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O medo de não dar certo é um dos maiores receios dos casais que buscam essa alternativa. O método não é garantia de sucesso, mas as estatísticas confirmam que as chances são de 50 a 60% para mulheres que já passaram dos 35 anos; e de 30 a 40% para mulheres acima de 40 anos. O tratamento é recomendado para pessoas acima de 35 anos que estão tentando, sem êxito, engravidar há mais de 6 meses. O prazo estende-se para um ano de tentativa se a mulher encontra-se na faixa etária abaixo dos 35 anos.

“Tantos exames, tanta aflição, tanto medo… Hoje quando olho para a Valentina (de 1 ano e 9 meses) percebo quanto nossa vida é abençoada por termos uma filha linda e perfeita. Pela dádiva da maternidade penso que se fosse preciso faria tudo novamente”.

Mais informações: IVI.

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