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MIMO Festival invade Olinda e Rio

Um dos eventos mais esperados do ano, com a participação de nomes de vanguarda musical de cinco continentes, e consolidado como o maior festival de música gratuito da América Latina, o MIMO chega em novembro ao Rio de Janeiro (10 a 12 de novembro) e a Olinda (17 a 19 de novembro), cidade onde nasceu.

Prestes a completar 15 anos, em 2018, e marcado por passagens internacionais por Amarante (Portugal) e Glasgow (Escócia), a edição 2017 leva às duas cidades uma programação abrangente, com concertos inéditos de artistas de diversas nacionalidades.

Neste ano, depois de passar pelas históricas Tiradentes e Ouro Preto, em Minas Gerais, e pela charmosa Paraty, o festival segue pelo terceiro ano consecutivo para a Cidade Maravilhosa, tendo o palco principal na Marina da Glória e ocupando patrimônios como as igrejas da Candelária, Outeiro da Glória e Museu da República. Em Olinda, cidade-mãe do festival, o MIMO se mantém em igrejas e espaços históricos da cidade, com programação gratuita de concertos, cinema, etapa educativa, fórum de ideia e Chuva de Poesia.

Olinda e Rio de Janeiro receberão, com exclusividade no Brasil, alguns artistas em comum, como Konono Nº 1, grupo que vem diretamente do Congo e o cineasta e músico Emir Kusturica & The No Smocking Orchestra, da Sérvia. No lineup estão também a jovem francesa Laura Perrudin, que com uma harpa cromática eletrificada mistura jazz, hip hop, soul e música eletrônica; o violinista e fantástico improvisador francês Didier Lockwood, com seus mais de 40 anos de carreira, 4 mil apresentações e turnês pelo mundo; o excepcional trio africano 3MA, formado pelo renascentista Rajery com sua valiha, o mágico da kora BallakéSissoko e o incrível oudista Driss El Maloumi; o instrumentista, compositor e cantor de Mali Vieux Farka Touré, que foi considerado pelo jornal inglês “The Guardian” “o novo herói da guitarra africana”; o coletivo Ondatrópica, da Colômbia, que, com um pé na tradição e outro na modernidade, vai da cúmbia ao hip hop, passando pelo funk, dub, jazz e ska; e o roqueiro português Manel Cruz, que ganhou notoriedade, na década de 1990, como integrante da cultuada banda Ornatos Violeta e faz a sua estreia no Brasil.

Chuva de Poesia

Poesias impressas em papéis coloridos são atiradas do alto das torres de igrejas a cada edição, permitindo ao público conhecer trechos de obras de importantes escritores brasileiros. A curadoria vincula os poetas escolhidos aos temas oferecidos no Fórum de Ideias, consolidando uma ligação conceitual que permeia todas as atividades do MIMO.

Todos os concertos, atividades educativas e exibição de filmes são oferecidos gratuitamente ao público. Para algumas atividades da programação, realizadas em locais fechados e com limite de público, os ingressos são disponibilizados antecipadamente. Mais informações no site oficial do MIMO Festival.

Crédito das imagens: Flickr oficial do MIMO Festival

Personalizados de viagem #LucaFolia

#LucaFolia já está virando uma tradição na família! A brincadeira começou quando percebi que Luca adorava uma farra. Desde pequeno, sempre que tinha algum movimento ele ficava todo animado, e eu ficava chamando ele de LucaFolia. Mas foi só quando fizemos a primeira viagem com a família inteira que o termo se tornou oficial e o passeio virou LucaFolia em Floripa.

Para quem gosta de fazer personalizados, as viagens são um prato cheio! Sempre que temos algo programado eu tento criar itens de identificação visual. Nessa última, além das tags de mala, fizemos também bottons e chapéu de alemão para curtir a Oktoberfest.

O chapeuzinho tirolês encomendei com Nathalia, da lojinha Natural do Brasil (que eu encontrei pelo Mercado Livre). O que achei bacana é que dá para escolher o tamanho e as cores, e ela fez os quatro exatamente como eu havia pedido. Lá em Blumenau existem várias lojas que vendem, nesse e em outros modelos, se você tiver interesse e não quiser comprar antecipadamente, pode ir tranquilo.

Os bottons foi uma ideia que surgiu depois que recebi os chapéus, ao perceber pelas fotos na internet que na Oktoberfest as pessoas costumam encher o chapéu com broches (inclusive vi um em uma loja Vila Germânica que já vinha repleto de bottons e custava mais de R$ 500).

Descobri a loja Doni Bottons numa busca online e eles fizeram tudo de um dia para o outro com a arte que eu já tinha aprontado com base na tag de mala. Encomendei num domingo (e Giliane foi super atenciosa e solícita tirando minhas dúvidas pelo Facebook em pleno domingo) e na segunda-feira à tarde já estavam prontos.

Alguns lugares só produzem se tiver uma quantidade mínima de 50 bottons, já nessa loja eles fazem até mesmo se você só quiser um. Nota 10 pra eles! Os tamanhos ficaram um pouco maior do que eu tinha em mente (4,5 cm), mas os de 3,8 cm não estavam disponíveis e preferi não esperar. De toda forma eles ficaram lindos, e além de usar no chapéu também colocamos nas mochilas.

As tags são aqueles itens básicos de toda viagem. Imprimi em papel couché e comprei plásticos para colocar crachá só para proteger o papel – o bom é que ele já vem furado. A correntinha eu já tinha em casa, comprei em uma loja de bijuteria, mas elas abrem com muita facilidade, por isso recomendo um cordão de silicone no lugar.

Esses foram os personalizados do LucaFolia em Santa Catarina. Não vejo a hora de criar coisas para um LucaFolia na Disney, LucaFolia na Europa, LucaFolia de carro na Toscana, LucaFolia Road Trip USA… Quem sabe?!

Love Symbol #2: a cor de Prince na Pantone

O Pantone Color Institute, em parceria com The Prince Estate, anunciou este mês a criação de uma cor oficial em homenagem a Prince, o icônico e performático artista que faleceu em abril de 2016. Inspirada na cor do piano Yamaha que seguiria em turnê junto com o cantor, a tonalidade que integra a cartela Pantone é um tributo a Prince pela sua estimada contribuição na música, arte, moda e cultura.

A associação de Prince à cor remete a 1984 com o lançamento do filme Purple Rain, cuja música de mesmo nome acabou levando a estatueta da Academy Awards (o Oscar!) em 1985. Love Symbol #2 – um tom de roxo fechado com fundo levemente acinzentado – chega como cor oficial do legado deixado pelo artista.

E se é para homenagear, que a chuva de coisas roxas caiam sobre nós! Aliás, roxo é uma das minhas cores favoritas (não é por acaso que faz parte da identidade visual do blog). Para inspirar, selecionei alguns produtos na tonalidade Love Symbol #2.

Ray Ban Erika – R$ 460 | Batom Hellebore, da MAC – R$ 99,00 | Cadeira Tulipa, por Pierre Paulin, na Herança Cultural – R$ R$ 2.490,00 | Batedeira Cadence Planetário Orbital, nas Americanas – R$ 239,66 | Caneca Luminarc, na Etna – R$ 25,99 | Tênis Skechers Go Walk 3 FitKnit, na NetShoes – R$ 199,90 | Echarpe Lalitamohana Lilás, na Zohar Acessórios – R$ 69,90.

Não é por nada não, mas eu queria ter todos os produtos deste post!

Mesa com cavalete: meu home-office!

É oficial, agora eu tenho um home-office de verdade! Parece brincadeira, já que há mais de cinco anos trabalho de casa e só agora consegui organizar meu espaço. Até pouco tempo atrás, meu escritório era na mesa da sala, entre a sala da TV onde Luca fica vendo desenho e a cozinha. Imagina a maravilha que era eu conseguir me concentrar para escrever um texto ou fazer uma tradução!

Desde março, quando liberamos umas tralhas que estavam ocupando espaço desnecessariamente, comecei a procurar mesas ou escrivaninhas de escritório. Vasculhei a internet e cheguei até a encontrar umas lindas com preços bons, mas na hora de calcular o frete para Recife, o valor era praticamente o de outra mesa. Sem condições! Nas lojas físicas, as mais baratas que consegui encontrar em tamanho aproximado ao que eu queria custavam cerca de R$ 700, e outras bem mais simples e bem menores na faixa de R$ 400.

Pesquisando os cavaletes avulsos percebi que a minha mesa poderia sair mais em conta, era só comprar a madeira e os acessórios. O primeiro orçamento do tampo que fiz foi com o marceneiro que fez o nosso closet, com a madeira coberta em fórmica (branquinha igual ao closet) e no tamanho 1,60 x 75 cm – o valor ficou em R$ 320. Ainda estava caro para o meu bolso, por isso continuei procurando até encontrar no OLX o Sr. Francisco, um marceneiro aqui de Recife que trabalha com a madeira pinus, e cobrou R$ 80.

Apesar de não ser coberta com fórmica branca, ficou do jeito que eu queria porque a madeira pinus é clarinha. Ela não tem nenhum revestimento, mas é tão lisa que dá até para passar um algodão na mesa sem enganchar. Somando os R$ 80 do tampo de madeira mais os quase R$ 80 de cada cavalete, que comprei na Etna do RioMar, a mesa saiu por menos de R$ 250 e com o exato tamanho que eu queria. Ter uma coisa personalizada no tamanho que você deseja já é uma grande vantagem, e sendo mais barato fica melhor ainda!

Esses cavaletes feitos em tubo de aço costumam ser mais baratos do que os de madeira. O marceneiro que fez o tampo da minha mesa até ofereceu uns feitos no mesmo material, mas acho que os coloridos deixam o ambiente muito mais charmosinho.

Agora sim tenho espaço para espalhar toda a minha bagunça (meus ‘trocentos’ caderninhos, kkkkkkk) sem deixar a entrada da minha casa parecendo um campo de guerra. Sem falar que é muito mais tranquilo trabalhar em um local mais reservado, mesmo com criança dentro de casa, do que na sala.

Abaixo seguem algumas dicas de onde comprar os cavaletes (os valores informados são por unidade, e não para o par, ok?) e o contato do WhatsApp do Sr. Francisco é o (81) 9.8633-3414.

 

[DYI] Diário de bordo para crianças

Dizem que uma viagem se divide em três etapas: planejar, vivenciar e relembrar. Eu não poderia concordar mais! Sou daquelas pessoas que já começa a viajar fazendo o planejamento, mesmo que seja para uma trip de dois dias de Recife para Gravatá (Alô, universo, está na hora de mandar uma viagem internacional pra família aqui!). A parte de relembrar eu confesso que não curto tanto, porque bate aquela saudade e eu fico morrendo de vontade de voltar, de reviver tudo de novo.

Luca ainda é muito pequenininho para entender a organização de uma viagem, mas meu marido não é tão empolgado como eu para essas coisas, geralmente só se anima mais no destino mesmo, e eu queria encontrar um jeito de envolver o pequeno junto comigo no período pré-viagem. A solução encontrada foi criar um diário de bordo para ele.

Sei que existe esse tipo de material pronto à venda em papelarias, mas como grande adepta do faça-você-mesmo, achei melhor criar um que ficasse do meu jeito. Optei por criar uma imagem no Photoshop com um mapa-múndi bem colorido e algumas fotos de Luca com a família em viagens anteriores, e mandei imprimir em papel adesivo vinil. Para que não é muito familiarizado com editores de imagens, uma alternativa é cobrir com papel contato na cor desejada para o fundo (só para não ficar aparecendo a capa original do caderno, caso ela não seja lisa), colar imagens de lugares ou fotos da família e cobrir com papel contato transparente.

Esse caderninho que eu comprei é de capa dura e possui as folhas em branco – ponto super importante, porque eu não queria o papel pautado para não comprometer o visual interno. Ele mede cerca de 140 x 200 mm e custou menos de R$ 5 na Kalunga.

A minha ideia agora é imprimir imagens do destino, a tag personalizada que eu sempre faço quando viajamos de avião (tipo essa aqui), e colar nas páginas antes e durante a viagem, sempre anotando as impressões dele sobre o lugar. As brochuras dos hotéis e ingressos das atrações também são detalhes interessantes para colar, bem no estilo das agendas que a gente fazia quando era adolescente.

Estou bem animada para começar, espero que Luca ache tão empolgante quanto eu! Na pior das hipóteses, vai servir como caderno para ele desenhar e se distrair no trajeto.

DIY: Caixa de cerveja personalizada

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O desafio desse mês no Unindo Ideias foi um DIY para o Dia dos Namorados. Logo que o tema foi sugerido fiquei numa dúvida enorme sobre o que fazer, porque eu queria fazer algo que o meu marido realmente fosse gostar. Partindo por essa linha de raciocínio foi mais fácil de pensar numa caixinha de cerveja personalizada, assim eu poderia usar o meu lado designer para criar a arte, poderia usar meus brebotes de scrapbook para decorar, e o principal – a cerveja – é uma coisa que ele gosta muito, o tipo de presente que não tem como errar.

Nesse DIY o maior trabalho foi para criar a arte dos adesivos, mas não pelo grau de dificuldade, e sim pela inspiração. A caixinha comprei em MDF cru e achei que ficaria mais bonita sem pintar ou envernizar, as cores das artes foram pensadas para harmonizar com os papeis de scrapbook que eu já tinha aqui em casa, achei que a combinação de cores junto com o MDF ficou lindo!

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Para conferir o passo a passo, aperta o play nesse vídeo:

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O que vocês acharam? As imagens dos rótulos estão livres para download, é só clicar na imagem abaixo. E quem fizer esse DIY, me mostra como ficou {e me conta o que a pessoa presentada achou}.

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