Viagem | Blog Oxente Menina

Beach Park com criança

Fazia muito tempo que eu não ia em Fortaleza, mesmo sendo aqui pertinho (menos de uma hora e meia de voo!), e acho que eu devia ter uns 17 anos quando fui ao Beach Park. Pegue tempo! Ano passado decidi que em 2017 levaria Luca, principalmente depois de ver que o lugar está completamente diferente do que era mais de 20 anos atrás. Daquela época de 1900-e-bolinha eu só me lembrava da correnteza e de um tobogã chamado Moréia Negra, que eu nem cheguei a ver dessa vez. A correnteza ainda existe – é uma delícia! – e as áreas para as crianças são maravilhosas.

Para entrar e sair do parque é preciso passar pela Vila Azul do Mar, uma pequena vila cheia de lojinhas, quiosques e food trucks. O espaço é bem lindo e rende ótimas fotos. Isso se você não estiver super ansioso para entrar logo no parque, claro! O parque só abre às 11:00, mas é bom chegar cedo e dar uma volta pela vila ou ficar nas mesinhas pé na areia que ficam na frente.

Na entrada da vila pode ser que algum funcionário ofereça uma palestra com espaço e brincadeiras para as crianças. A intenção é apresentar os apartamentos do complexo para ver se o visitante se anima para comprar um imóvel por lá. Nós não fomos porque já chegamos mais de 10:00 e se entrássemos para a palestra, que dura uma hora, sairíamos com o parque já aberto, e a gente queria aproveitar desde o primeiro minuto. Em contrapartida eles oferecem almoço grátis no self-service (que é uma boa, já que tudo lá dentro é caro) e uma toalha exclusiva do Beach Park para a criança. Se chegar cedo, pense na ideia.

Pontualmente às 11:00 o parque abre. Os guichês para alugar armários e para comprar o cartão de consumação ficam logo na entrada. Particularmente acho que vale à pena alugar um armário, principalmente para quem leva mochilas ou bolsas e não quer deixá-las expostas enquanto vai nos brinquedos ou não tem quem fique olhando (quem vai querer ficar vigiando as bolsas enquanto as outras pessoas brincam?). O aluguel do armário grande custa R$ 47 e do pequeno R$ 25 – e eles são muito pequenos! Tivemos que alugar o grande para caber a mochila que levamos e mesmo assim só coube com muito jeito para encaixá-la dentro. Já cartão de consumo custa R$ 5, e você pode carregar o valor que quiser – também acho que vale à pena para não ter que ficar tirando dinheiro de dentro da bolsa na hora de consumir. Mesmo com as coisas super inflacionadas lá dentro, é impossível você não querer comprar nada o dia inteiro, e é proibido entrar com comida (apesar dessa regra, ninguém revistou minha mochila. Eu podia ter levado uma marmita que ninguém ia ver).

Como essa viagem foi voltada para Luca, entramos no Beach Park com as áreas infantis em mente. Minha preocupação era onde a gente ia se acomodar, fincar base, mas em todas as áreas têm várias cadeiras e ninguém precisa se preocupar em perder o lugar. Nossa primeira parada foi no Aqua Circo, uma área super colorida em tons pastel, com pequenos tobogãs, piscina bem rasinha e com o piso em silicone para não machucar os pequenos. Foi nessa parte que Luca fez sua estreia descendo tobogãs. Eu imaginei que ele não fosse ter medo, mas ele me surpreendeu – estava afoito!

Aqua Circo – Foto: Beach Park

A parada seguinte foi a Ilha do Tesouro, espaço onde tem um navio pirata, um tobogã de caracol e o Acquabismo – o escorrego laranja da Gol que dá para ir a família inteira. Mais uma vez Luca não teve medo, apesar desse ser bem mais alto do que os brinquedos infantis (a altura mínima para essa atração é de um metro). Nessa mesma área, às 15:00, acontece um show dos piratas que as crianças amam. O lado negativo para quem não quer ficar torrando no sol é que não tem nenhuma parte coberta dentro da piscina, salvo um pequeno guarda-sol, mas para nosso grupo isso não foi problema.

Show dos piratas na Ilha do Tesouro

Da Ilha do Tesouro aproveitamos para curtir a Correnteza Encantada e relaxar um pouco, porque correr atrás de uma criança super empolgada de três anos não é fácil, viu?! O problema é que na correnteza ele ficou entediado, querendo pular da boia e sair, mas conseguimos fazer a volta completa antes de seguir para o Maremoto. Esse eu também achei que ia pular umas ondinhas e relaxar, mas os deuses do mar deviam estar agitando o meu filho, porque ele estava totalmente manifestado! A área é uma delícia, mas eu saí com meus joelhos ralados de tanto correr atrás de Luca.

No Maremoto, a empolgação de quem sabe que vai ter um colinho pra dormir quando a energia acabar.

Na frente do Maremoto fica o Aqua Show, outra área infantil. Essa parte tem muitas escadas e uns tobogãs mais altos, por isso não dava para ficar só observando o pequeno, a gente tinha que ficar segurando a mão dele o tempo todo. Nessa parte também tem um balde gigante que vai inclinando à medida que vai enchendo, nessa hora vai juntando um monte de gente no espaço vazio que tem na frente para receber o jato que cai na cabeça. Muito legal! E é bacana ver que não é só criança que se empolga, os marmanjos também se divertem bastante.

Depois da Arca de Noé eu e meu marido tivemos uma pausa, mas não juntos, para descer o Ramubrinká, que fica vizinho ao Maremoto. Ele desceu no preto e eu no vermelho, ambos com boia. No vídeo postei uma parte que eu desço esse brinquedo, mas não ficou lá essas coisas porque tiver que amarrar a câmera no tornozelo. Anotem essa dica: o parque não permite que você desça o tobogã com a câmera na mão, mesmo que ela esteja presa na luva. Portanto, arranjem uma forma de filmar sem ter que descer a escada de volta, porque não dá para levar a câmera em punhos.

Nossa última parada foi na Arca de Noé, também infantil. Lá tem outro escorrego tipo o da Gol, só que bem menor e mais tranquilo. Nessa hora o sol já estava mais baixo e em certas partes dessa área tem tipo umas cachoeiras que dava para eu ficar encostada só curtindo o jato d’água enquanto Luca brincava.

Uma das coisas que me chamou atenção positivamente no Beach Park foi que em todas as piscinas têm muito salva-vidas. Até mesmo nas áreas infantis, em que as piscinas são rasas e pressupõe-se que uma criança não vá estar desacompanhada, tinha sempre umas  três ou quatro pessoas circulando e observando se estava tudo certo. Acho que não vi nenhum salva-vidas sentado na cadeira, eles estavam sempre em pé super atentos. Nota 10 para a segurança!

O Beach Park fecha às 17:00, começamos a organizar as coisas um pouco antes para poder dar um rolé pela vila antes do Uber chegar para nos pegar. Difícil foi conseguir tirar Luca de dentro da água! Para quem está com tempo, acho que vale muito fazer mais de um dia de parque e curtir com calma. No nosso caso, como fomos eu, Luca, marido e sogra, não curtimos os brinquedos de adulto porque minha sogra não daria conta de ficar sozinha com o pequeno agitado do jeito que ele estava. Mal voltamos e eu já quero ir de novo – dessa vez com a família inteira.

Informações úteis: Valor do ingresso – R$ 210 adulto e R$ 200 criança. Idoso paga meia-entrada. | Custos com alimentação – compramos um ingresso que dava direito ao almoço no self-service, mas carregamos cerca de R$ 250 no cartão (incluindo aí o valor do armário) e fizemos pequenos lanches, como água de coco, churros, picolés e refrigerantes. Na saída, se o cartão de consumação ainda tiver crédito, eles rassarcem. | Transporte – fechamos com um motorista de Uber e pagamos R$ 100 ida e volta para 3 adultos e 1 criança.

Todas as fotos dentro do parque foram feitas com a câmera Navcity NG100, que mostrei no Instagram. Vou falar mais sobre ela em um post aqui no blog.

10 lugares para visitar antes que sumam do mapa

Meio sensacionalista esse título, mas não é de todo sem sentido. O mundo passa por constantes mudanças políticas, sociais e ecológicas, e, em meio a tantas transformações, aquele destino que você sonha em conhecer pode sofrer alterações ou até deixar de ser viável para uma visitinha. Pensando nisso, o Skyscanner sugeriu uma lista de 10 lugares para se visitar antes que mudem (ou sejam engolidos!). Pelo visto vou ter que me apressar, pois alguns desses destinos estão naquela lista do “não posso morrer sem conhecer”.

Templos de Bagan – Mianmar 

Os Templos de Bagan, em Mianmar (antiga Birmânia), são conhecidos mundialmente pelos centenários pagodas budistas construídos entre os séculos X e XIV. Passeios de balão que sobrevoam a área são comuns para apreciar ao máximo essa composição que une religião, história e natureza.

Infelizmente, em agosto de 2016, mais de 60 templos da região foram danificados por um terremoto de magnitude 6,8, que chegou a ser sentido até na Tailândia. Devido à idade dos pagodas e à localização geográfica do país (próximo as extremidades da placa tectônica indiana), os Templos de Bagan estão em vulnerabilidade e correm o risco de desmoronar ao longo dos anos.

Cuba

 

A ilha caribenha, marco da Guerra Fria, é o único país ainda socialista do Ocidente. Desde 2016, uma série de medidas passaram a buscar a abertura econômica de Cuba, inclusive a retomada das relações com os EUA. As consequências do acordo já foram sentidas no turismo: em 2016, o país bateu o recorde de turistas com 4 milhões de visitantes, um crescimento de 13% em comparação a 2015.

Além de possíveis mudanças estruturais, estima-se um enorme crescimento dos investimentos em hotelaria para os próximos 20 anos, o que deve alterar o charme da ilha. Enquanto Havana é procurada pela importância histórica, Varadero, a apenas 2h da capital, desponta pelas praias paradisíacas.

Ilhas Maldivas

O conjunto de ilhas é referência para um estilo de hotel que se multiplicou nos últimos anos: bangalôs sobre águas cristalinas. Mas o motivo de sua beleza e destaque turístico talvez também seja o seu fim. Entre as mais de mil ilhas, 80% delas estão apenas a um metro acima do nível do mar.

Devido ao aquecimento global e ao decorrente aumento do nível do mar, estima-se que as Maldivas possam desaparecer nos próximos 100 anos. Na mesma situação está Tuvalu, um estado da Polinésia formado por mais de 30 pequenas ilhas.

Ha Long Bay – Vietnã

A baía de Ha Long é uma visão difícil de aceitar como verdadeira: são mais de 1.600 ilhas cobertas de vegetação e, a maioria, sem formações de praia. Há muitos anos já se percebe mudanças ecológicas na região devido às vilas de pescadores sobre as águas, à pesca em grandes proporções e, é claro, ao turismo.

Para barrar a deterioração desse patrimônio mundial da UNESCO, algumas medidas vêm sendo tomadas pelo governo vietnamita. Apesar de diminuir a quantidade de turistas e barcos admitidos por dia, moradores locais reclamam que pouco foi feito em relação ao transporte de carvão pela baía, um dos maiores poluidores das águas.

Enquanto isso, o governo estuda realocar esses moradores que, além de viverem no local há muitas gerações, fazem parte do patrimônio cultural de Ha Long Bay.

 Veneza – Itália

Uma das cidades mais românticas e turísticas do mundo corre risco de desaparecer. Construída ainda no século X, Veneza vem afundando lentamente nas últimas décadas devido ao processo natural de deslizamento dos sedimentos da lagoa sobre a qual foi posicionada. Essa situação, que não é grande novidade, tem sido agravada nos últimos anos em decorrência do aumento do nível do mar. Estima-se que, até o final do século XXI, grande parte das ilhas que formam a cidade estará debaixo da água.

Machu Picchu – Peru

A cidade perdida dos Incas é uma das importantes relíquias desse enorme império pré-colombiano. O conjunto de construções, datados da segunda metade do século XIV, apresenta praças, santuários, fontes, torres, tumbas, residências. Tudo em meio às montanhas verdes da cordilheira peruana.

Uma das 7 maravilhas do mundo moderno, o sítio arqueológico corre risco de desabar devido à localização geográfica (a 2.400m de altitude), à idade das construções e às décadas de turismo desregrado. Por isso, estipulou-se um limite de 2.500 visitantes por dia e todos cuidados devem ser tomados para não degradar ainda mais esse patrimônio mundial.

Floresta Amazônica

Localizada em 9 países da América do Sul, já faz tempo que a maior floresta tropical do mundo corre sérios perigos. Devido à economia substancialmente agrícola do Brasil, onde está sua maior extensão, milhares de quilômetros de mata têm sido desmatados para dar lugar a plantações e criação de gado – estima-se que 22.392 km² de floresta sejam perdidos por ano.

Por sua riquíssima fauna e flora, a floresta é um dos 10 Lugares para visitar antes que sua diversidade acabe. Outro quesito importante ligado à preservação da Amazônia, é frear o genocídio do povo indígena. Entre os 180 povos que ainda vivem na região, a maioria não passa dos 1.000 representantes e um deles, a tribo Akuntsu, é formada por apenas quatro.

Grande Barreira de Corais – Austrália

Muitos cientistas consideram a Grande Barreira de Corais o maior organismo vivo do planeta – são mais de 2.300 km de comprimento, visíveis até do espaço. As águas azuis cristalinas são moradia de milhares de espécies marinhas que se dividem entre os mais de 2900 recifes, 600 ilhas continentais e 300 atóis de coral.

Já faz anos que o governo australiano vem notando e tentando frear a deterioração do local e até mesmo turistas podem perceber a diferença: as cores intensas dos corais estão se apagando. Essas mudanças são decorrentes da elevação na temperatura e da poluição dos oceanos; alguns estudos apontam que a barreira pode deixar de existir nos próximos 100 anos.

Recife – Brasil

Quem visita a capital pernambucana pela sua beleza e atrações culturais, ou como ponto de partida para as praias do litoral, pode nem perceber que Recife tornou-se um dos maiores centros urbanos do Brasil. A região metropolitana da cidade conta com quase 4 milhões de habitantes.

Se já não bastasse a enorme população e o crescimento urbano desorganizado, os rios que banham a cidade, Capibaribe e Beberibe, estão, há anos, sendo poluídos com esgoto e lixo. Tal situação é consequência do descaso público: parte significativa da população de Recife não possui saneamento básico.

Muralha da China

Uma das mais impressionantes construções da história da humanidade, a Muralha da China começou a ser erguida em 200 a.C. durante a China Imperial. Além da erosão natural causada pelo vento, os quase 9 mil quilômetros de extensão tornam o monitoramento extremamente difícil, fazendo de seu maior atributo, uma dificuldade.

Sem a possibilidade de fiscalização intensa, o vandalismo e a venda ilegal de tijolos vêm ameaçando a estrutura da muralha. Pode parecer pouca coisa, mas é importante lembrar que mais de 10 milhões de pessoas visitam a muralha todo ano, então se cada um levar uma lembrancinha para casa…

Conhecendo a Lagoa do Carcará

– Você é de Natal, né?
– Sou sim.
– Nossa, São Miguel do Gostoso é muito lindo!
– Hummm, não conheço.
– E as piscinas naturais de Maracajaú, já foi lá?
– Errrr… não.
– Conhece pelo menos as lagoas do Rio Grande do Norte?
– Bem…

A long long time ago eu fui à Lagoa de Arituba, à Lagoa de Pitangui e à Lagoa de Jacumã. Tipo, há muito tempo mesmo. Mesmo! A mais recente, a de Arituba, acho que fui uns 9 ou 10 anos atrás, e quebrei a cabeça fazendo essa estimativa com base na lembrança de que eu e meu marido ainda éramos namorados quando fizemos essa visita.

Depois de um longo e tenebroso inverno com muito sol e calor, distante das lagoas e indo a Natal em viagens corridas de dois ou três dias a cada seis meses, finalmente coloquei os pés em outra lagoa: a do Carcará. Esse lugar lindo fica no município de Nísia Floresta, a cerca de 40 km de Natal.

A escolha foi meio que um “uni-duni-tê, escolhi você”. Eu estava super a fim de levar Luca para conhecer alguma lagoa e, olhando as fotos na internê, achei o lugar bonito. Além do mais, segundo diziam os blogs e sites de turismo, contava com a estrutura de bares. Ok, let’s go!

O acesso não é muito simples. Até Tabatinga é tranquilo, a estrada é toda asfaltada – e a vista na saída de Búzios deslumbrante – mas depois da primeira rotatória (a de Tabatinga) quase não há sinalização. Nessa rotatória tem várias pessoas oferecendo passeios de barco, de buggy e serviços de guia turístico. Como estávamos em dois carros e todo mundo sem saber que rumo tomar, contratamos uma pessoa só para nos guiar até lá. Depois da segunda rotatória (a que pega para Camurupim) existe uma estrada de barro do lado direito que já leva até a lagoa, mas essa estrada não comporta carros de passeio, apenas buggy e carros com tração nas rodas. Não era o nosso caso, então seguimos mais um pouco e entramos na segunda estrada de barro após a rotatória de Camurupim.

Essa estrada passa por uma vila de pescadores e não é uma reta, você tem que dobrar várias vezes à direita, depois esquerda, depois direita de novo… Quase um ziguezague! Mas enfim chegamos, e a beleza do lugar fez todo o trajeto complicadinho valer à pena. E como valeu!

O guia nos indicou o restaurante Paraíso Tropical, com cadeiras de madeira, almofadas, espreguiçadeiras, cerveja gelada e um pastel de camarão delicioso. Um minuto de silêncio para o momento solene em que algumas pessoas passam pelas mesas vendendo cocada: compre! Elas são deliciosas e eu me arrependi por não ter comprado outra para levar e comer mais tarde em casa.

No bar/restaurante só pedimos petiscos, mas para pedir almoço os próprios garçons indicam pedir com bastante antecedência. Segundo o rapaz que nos atendeu, os produtos são frescos e é tudo feito na hora, por isso se deixar para pedir perto da hora do almoço, você corre o risco de ficar com fome.

No dia que fomos para a Lagoa do Carcará estava um pouco nublado, mas não choveu e a água continuava quentinha, apesar do vento. A lagoa, aliás, é bem rasa e super tranquila para as crianças, embora em nenhum momento Luca tenha ficado sem a companhia de um adulto. Não sei se o volume de água oscila nos períodos de chuva e aumenta nessas épocas, mas no final de dezembro quando fomos estava rasinho e tranquilo.

Além dos bares, o entorno da lagoa também conta com estrutura de lazer, com pedalinho, caiaque, stand up paddle e passeios a cavalo. Não tenho certeza se os valores são padronizados, mas nós pagamos R$ 15,00 por meia hora de pedalinho e o mesmo valor pela locação do caiaque que um dos meus sobrinhos andou.

Mais uma dica é que, na ida ou na volta, reserve um tempinho para parar no Mirante dos Golfinhos, na entrada de Tabatinga. É bem possível que você não veja nenhum golfinho (vai que você dá sorte!), mas com ou sem golfinhos, a vista é de tirar o fôlego.

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